Destaques

Para quem não pôde participar, hoje, 17/11, é o último dia para conferir as novidades da 19ª edição do maior evento de decoração do Centro-Oeste: Casa Cor Brasília 2010. Iniciado no dia 8/10, com o tema “Casa mais Feliz e Sustentável” em homenagem ao cinquentenário de Brasília, exibiu tendências do mercado de arquitetura, decoração, design e paisagismo. O evento lembrou também o urbanista Lúcio Costa, um dos grandes nomes construtores da identidade da Capital. 

 O local escolhido como cenário da Casa Cor Brasília 2010 foi a 904 Sul, antiga sede da CEB e onde funcionará a futura sede da Eletronorte. Foram 15 mil metros quadrados, dos quais mais de 6,5 mil metros utilizados na construção de 65 ambientes. Os outros 8,5 mil metros são dedicados aos seis jardins e praças que aproveitarão a extensa área verde do local. Esse foi a edição da mostra de decoração da capital federal com maior número de ambientes, elaborado minuciosamente para os profissionais do setor. 

Algumas empresas do segmento filiadas ao Sindimam também marcaram presença nesse importante evento para crescimento dos profissionais do Setor no DF. Como a Possamai Ind. Com. de Móveis e Marcenaria Ltda, a Fábrica de Móveis Bomtempo Ltda, a Santos Ambientes e a Cores e Fibras Coml. de Móveis Ltda. Apresentando um perfil inovador que conquistou o público brasiliense.

Outras informações:
Horário de funcionamento: das 12h às 22h.
Ingressos: R$30,00 (inteira) e R$15,00 (meia)
Detalhes - Assessoria de comunicação da Casa Cor Brasília 2010: (61) 3248-6902
 

Inscrição no premio design movelpar 2011 As inscrições para a participação na 5ª edição do Prêmio Design Movelpar, válida para profissionais, estudantes e indústrias moveleiras de todo o país, foram prorrogadas para o dia 19 de novembro e devem ser feitas pelo site  http://www.movelpar.com.br/premiodesign.
Os participantes vão desenvolver móveis conceitos para uma moradia de 80 metros quadrados sob o tema “Desenvolvimento de produtos para a família brasileira”. As três
categorias participantes - estudantes, profissionais e industriais - terão seis apartamentos para serem mobiliados, sendo dois para cada categoria.

Cada apartamento terá de 12 a 20 itens de mobiliário distribuídos entre sala, quarto casal e solteiro, infantil, cozinha, home office e decoração. Os três melhores trabalhos (1º, 2º e 3º lugares) de cada modalidade (estudante e profissional) nas seis categorias serão premiados com MacBooks em versões diferenciadas.

Na modalidade indústria a premiação será a veiculação de anúncio publicitário em revista do setor, certificado e troféu. O Prêmio Design Movelpar é realizado pelo Expoara com a parceria do Senai Arapongas e do Centro Internacional de Inovação (C2i). Os vencedores
serão divulgados entre os dias 14 e 15 de março, durante a 8ª Movelpar que acontece de 14 a 18 de março de 2011 no Expoara, reunindo visitantes do setor moveleiro do Brasil e do exterior.


Fonte: CRCOM Comunicação

É o terceiro ano consecutivo em que a Masisa figura entre as empresas eleitas pelo Guia Exame de Sustentabilidade a partir de uma pesquisa realizada anualmente pela revista, da Editora Abril, abordando aspectos de governança corporativa e desempenho econômico, ambiental e social. Em sua 11ª edição, o Guia este ano recebeu 200 inscrições, que resultaram na avaliação de 143 empresas brasileiras.

 Jorge Hillmann, diretor geral da Masisa Brasil, comemora o fato de a empresa ter sido selecionada mais uma vez como exemplo em sustentabilidade. “É um reconhecimento muito significativo da maturidade que nosso sistema de gestão já alcançou e das diretrizes que reforçam nosso posicionamento como uma marca que inspira confiança”, afirma. A Masisa opera com base no Triplo Resultado, uma visão de longo prazo que avalia o impacto econômico, social e ambiental de cada decisão de negócios, tanto internamente quanto em relação aos demais públicos interessados. 

 Este ano, entre os diversos fatores que contribuíram para a escolha da Masisa, a participação dos colaboradores nos bons resultados na gestão da fábrica de MDF da Masisa, em Ponta Grossa, foi destaque. Além do esforço para alcançar as metas socioambientais que compõem o PPR (Programa de Participação nos Resultados) da Masisa, os colaboradores vêm ajudando a companhia a colher frutos também através da formação de grupos de melhoria que trabalham voltados à otimização e a busca por agregar mais sustentabilidade ao processo produtivo.

 Em 2009, o trabalho dos seis grupos de melhoria que reuniram 40 colaboradores da fábrica de MDF da Masisa Brasil, em Ponta Grossa (PR), garantiu a redução no uso de insumos bastante significativos, como resinas – uma das principais matérias-primas na fabricação do painel --, água e energia elétrica. Esse esforço resultou em uma economia da ordem de 2,7 milhões de dólares – 1,7 milhão dos quais resultantes da implementação de planos de ação diretamente relacionados à ecoeficiência, permitindo à empresa produzir mais a partir de uma menor quantidade de insumos e, consequentemente, gerando ganhos ambientais.

“O projeto, que está alinhado às diretrizes adotadas pela Masisa, em relação ao Triplo Resultado, traz muitos resultados. ”, explica Jorge Hillmann, diretor geral da Masisa Brasil. “Esse esforço mostra que, além de ser uma meta e uma característica que distingue as operações da Masisa, a busca pela ecoeficiência também faz realmente parte do dia a dia de nossos colaboradores”. 

 Entre os ganhos alcançados com esse esforço estão a redução de 25% no consumo específico de água da fábrica da empresa em Ponta Grossa, em comparação com o ano anterior, e a redução de 4,7% no consumo específico de energia elétrica da linha de produção de MDF, no mesmo período – gerada a partir de planos de ação que vão desde, em parceria com empresas fornecedoras, o desenvolvimento de maquinário com maior  eficiência energética,  incluindo ainda o desenvolvimento, por um técnico da área elétrica da fábrica, de um software para promover o desligamento automático de motores elétricos da linha de produção em equipamentos usados de forma intermitente.

 Em paralelo ao trabalho dos grupos de melhorias, a Masisa continua investindo em tornar seu processo cada vez mais sustentável. Em maio de 2011, deve entrar em operação na fábrica de MDF da empresa uma nova planta de energia térmica. Resultado do investimento de 3,6 milhões de dólares, a planta permitirá um uso ainda mais amplo da queima de biomassa – fonte de energia renovável que hoje já responde por quase 50% da matriz energética da empresa.

“Quando entrar em operação, a nova planta térmica garantirá uma redução significativa de nosso uso total de gás natural, permitindo à Masisa reduzir em 66% sua emissão de ton equivalente de CO2 na atmosfera”, complementa Hillmann. “Além disso, 63% da biomassa utilizada para a geração de energia será obtida internamente, com o reaproveitamento das cascas das toras de madeira usadas como matéria-prima”, finaliza.

 Mais confiança

A busca pelo Triplo Resultado, diretriz adotada pela Masisa, reflete-se também nos produtos da marca. Exemplos claros estão, entre outros,  no pioneirismo na fabricação de painéis E-1, com baixa emissão de formaldeído, e no lançamento da melamina antimicrobiana – que incorpora ao painel a tecnologia à base de íons de prata, capaz de reduzir em até 99,9% a presença de microorganismos na superfície do produto ao longo de toda a sua vida útil.

Fonte: Contexto Comunicação

Depois de dez meses de planejamento e muito trabalho, a 4ª edição da Feira Internacional da Indústria de Rondônia FEIRON 2010 – Abrindo fronteiras, fechando negócios, teve sua abertura oficial realizada na noite desta quarta-feira (10) pelo presidente da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), Denis Baú.

Empresários dos setores produtivos de Rondônia, políticos, representantes do Peru, entre eles, o embaixador Felix Denegri e o cônsul Jesus Carranza, delegações do Chile, Venezuela, Bolívia e Uruguai – países que compartilham a importância dos conceitos e valores da integração empresarial, profissionais da imprensa, colaboradores do SESI, SENAI e IEL, representantes da Assembleia Legislativa, do Governo do Estado, sociedade portovelhense prestigiaram, o evento, cuja programação inicial contou com palestra ministrada por Lars Grael, que lotou o auditório. 
Em seu discurso, Denis Baú ressaltou o empenho da equipe responsável pela realização da FEIRON, uma Feira criada para mostrar as potencialidades industriais de Rondônia, a expansão dos relacionamentos empresariais, o intercâmbio comercial e a concretização de negócios. O presidente destacou ainda, as parcerias com a Confederação Nacional da Indústria (CNI), SESI, SENAI, Sebrae, ABDI e Banco da Amazônia, instituições com as quais o Sistema FIERO une forças para fortalecer o setor produtivo, contando ainda com o apoio da classe política.
“Gostaria de sublinhar a nova dimensão que o Estado de Rondônia assume, frente às vantagens competitivas e ao crescimento surpreendente da economia. Rondônia vive um momento de explosão econômica”, afirmou Baú, acrescentando com entusiasmo que “o ambiente é extremamente favorável aos negócios e aos investimentos. Nossa economia está em franco crescimento ao ponto de acompanharmos o ritmo frenético do crescimento chinês”.
Com base em dados recentes, o PIB de Rondônia supera o de importantes regiões brasileiras. O estado cresceu 38% se comparado ao Rio Grande do Sul, 25% a mais que o Ceará e Goiás e acima de 12% em relação ao Paraná   Mais de 151 mil novos empregos surgiram resultantes da abertura de mais de quatro empresas, por dia, no Estado, somente nos últimos 12 meses.
Ainda em seu discurso, Baú disse que o Sistema FIERO propõe um conjunto de ações na Agenda Rondônia 2020 que visa dotar o Estado da infraestrutura necessária ao seu crescimento para a próxima década. “Esta Agenda será lançada no momento em que são concluídas as obras da Saída para o Pacífico. Importante grifar que esta rodovia é a realização de um sonho, que nasceu no berço da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia, há 18 anos, e foi moldado sistematicamente pelos companheiros, engenheiros e ex-presidentes do Sistema, Miguel de Souza, Júlio Miranda e Euzébio Guareschi”. Baú finalizou frisando que é hora de ousar e ampliar os horizontes empresariais.
Após os discursos e agradecimentos, o presidente Denis Baú convidou os presentes a visitarem os estandes dos setores participantes, como construção, confecção, alimentos, gráfico, metal mecânico, madeira móvel.
Programação
 Nesta edição, além da exposição de produtos e serviços da Indústria, a FEIRON conta com a realização do II Seminário Estadual da Indústria, com 25 palestras gratuitas direcionadas aos empresários e estudantes; o II Fórum IEL de Gestão Empresarial, com a participação dos palestrantes Lars Grael, Mário Gazin e João Signorelli e o II Encontro Internacional de Negócios. O encerramento se dará com a programação inédita da FEIRON Fashion, que apresentará a Coleção de Moda Alto Verão 2011, produzida por 27 indústrias do estado de Rondônia.
Fonte: Portal Rondônia ao vivo

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) é “completamente contra” a recriação da CPMF, que seria repaginada de Contribuição Social da Saúde (CSS), com alíquota de 0,1%. A posição foi manifestada nesta sexta-feira (05/11) pelo presidente da entidade, Robson Braga de Andrade, após reunião da Mobilização Empresarial pela Inovação (MEI), em São Paulo. “Somos completamente contra a recriação da CSS ou CPMF. Isso não resolve o problema da saúde. Acho que antes de pensar em novas receitas, temos de pensar em melhoria da gestão”, defendeu Andrade.

Para o presidente da CNI, a proposta de recriação da CPMF, extinta pelo Senado em 2007, vai na “contramão de tudo aquilo que o próprio governo do presidente Lula e a presidente eleita Dilma Rousseff têm falado sobre a redução da carga tributária”. Robson Braga de Andrade adiantou que o empresariado já está se mobilizando para contestar a intenção de lançar mais um tributo.

“Vamos mostrar que esse não é o caminho. O governo tem de explicar primeiro para a sociedade como é gasto o recurso que ele arrecada, o quanto é gasto na atividade-fim e o quanto é perdido na burocracia”, disse. Lembrou que, no setor privado, a empresa que tem problemas de competitividade busca reduzir os custos e não aumentar o preço dos produtos.

De acordo com o presidente da CNI, é contestável a informação de governadores eleitos e reeleitos, líderes do movimento de recriação da CPMF, segundo a qual o impacto do imposto nos custos seria muito pequeno, de 0,15%. "Isso não é a realidade. Dependendo da cadeia produtiva, esse valor pode chegar a 8%", rebateu Andrade.

AGENDA NEGATIVA - Os empresários presentes à reunião da MEI, programa de incentivo à inovação liderado pela CNI, foram unânimes na crítica à proposta de recriação da CPMF. Luiz Fernando Furlan, presidente do conselho de administração da Brasil Foods, disse ser surpreendente que o primeiro tema discutido no período pós-eleitoral seja a criação de um tributo.

“Onde está a agenda positiva? Seria importante discutir medidas que dessem competitividade às empresas, porque, no final, o custo com a nova CPMF vai para o preço do produto”, salientou Furlan, ex-ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (2003-2007).

Presidente da Associação Brasileira de Celulose e Papel (Bracelpa) e membro do conselho de administração da Klabin, Horácio Lafer Piva afirmou que a tentativa de se recriar a CPMF é paradoxal com tudo o que diz respeito à competitividade. “O Brasil aceitou o desafio da competição global e não pode ter mais essa carga nas costas”, enfatizou.

Fonte: Confederação Nacional da Indústria

“Vejo de forma lamentável essa tentativa (de recriar a CPMF). Já se verificou no passado que foi totalmente descabida”, avaliou por sua vez o presidente da Siemens, Adilson Antonio Primo. “Precisamos de reformas, como a tributária e a trabalhista, e não de criar imposto adicional”, complementou. Para Primo, a sociedade brasileira e, sobretudo, o setor industrial, não agüentam mais o peso dos impostos.

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