Presidente do Sindmóveis assina termo de cooperação técnica com entidade italiana

Dessa forma, as entidades passarão a trocar informações em benefício das indústrias moveleiras brasileira e italiana. A Federlegno-Arredo promove o iSaloni, Salão do Móvel de Milão, uma das mais importantes feiras internacionais do setor mobiliário e Integra a Confindustria, principal confederação da indústria italiana, que apoia o desenvolvimento técnico e econômico, realiza  treinamento profissional e ensino técnico e promove a indústria através de exposições, feiras de comércio profissional e consórcios.

 Glademir também participa de uma missão empresarial de Bento Gonçalves à Província di Trento, na Itália, junto com empresários e representantes de entidades locais. Bento Gonçalves tem um tratado de cidades-irmãs (em italiano Gemellagio), firmado entre a cidade brasileira e os municípios italianos de Rovereto, Trambileno, Terragnolo, Nogaredo e Villa Lagarina. A parceria oportuniza a colaboração mútua entre os países em questões como turismo, cultura, preservação ambiental, meios de gestão e formação de profissionais. A missão comercial vai de 27 de novembro a 5 de dezembro.

Fonte: Fatto Comunicação

Mantega participa do Encontro da Indústria

O ministro da Fazenda Guido Mantega, que permanecerá no cargo no governo de Dilma Rousseff, participará nesta quarta-feira, 1º de dezembro, do 5º Encontro Nacional da Indústria. O evento, organizado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), começará na quarta-feira e terminará na quinta-feira, 2 de dezembro, no Transamérica Expo Center, em São Paulo. Mantega será um dos debatedores do painel de abertura.

Intitulado Competitividade Brasil: A Agenda do Novo Governo, o painel, que começará às 10h50, também terá a presença do presidente da CNI, Robson Braga de Andrade, do presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho, e do empresário Jorge Gerdau Johannpeter.

A programação do encontro prevê ainda debates e painéis sobre os obstáculos à competitividade brasileira no cenário global, como tributação e gastos públicos, inovação, meio ambiente, educação profissional e relações de trabalho, comércio exterior e infraestrutura.

Com o tema A Indústria pela Competitividade na Economia Brasileira, o encontro reunirá cerca de 2 mil líderes empresariais de todo o país. Eles consolidarão as propostas da indústria para a agenda do país nos próximos quatro anos. As recomendações, que serão apresentadas ao governo e à sociedade, visam ao aumento da competitividade do país.

Na quinta-feira, a CNI divulgará a pesquisa Investimentos na Indústria, documento que aborda a expectativa dos empresários para 2011. O levantamento traz informações sobre as prioridades de investimento e os desafios que os empresários esperam enfrentar no próximo ano.

Realizado anualmente desde 2006, o Encontro Nacional da Indústria consolidou-se como a convenção anual do setor industrial. Em 2009, o evento reuniu mais de 1,5 mil empresários e líderes sindicais da indústria, além de especialistas, parlamentares e ministros de estado.

Fonte:CNI

Governador eleito visita a federação do Distrito Federal

Dirigentes da Federação das Indústrias do Distrito Federal (FIBRA) e empresários reuniram-se na semana passada com o governador eleito Agnelo Queiroz
(PT) para apresentar propostas de desenvolvimento do setor industrial. O encontro ocorreu na sede da instituição. As proposições fazem parte de uma agenda para ampliar a competitividade da produção local e sua finalidade é elevar a participação da indústria no PIB do Distrito Federal de 10% para 14,1% até 2015.

A iniciativa, de acordo com o presidente da FIBRA, Antônio Rocha, serve para dar início à agenda de fortalecimento da competitividade da indústria. Ele transmitiu confiança aos empresários e não descartou a importância de cada setor industrial, com suas prioridades, reivindicar ações específicas. As proposições apresentadas englobam três eixos: sugerem a criação de um programa específico de desenvolvimento industrial e a adoção de ações em infraestrutura e investimento público.

Essas propostas consolidam vários documentos e estudos produzidos pela FIBRA em 2010 e em anos anteriores. Os três principais são a Agenda Legislativa, a Carta da Indústria e o Plano Estratégico de Desenvolvimento Industrial. Muitas já haviam sido apresentadas ao governador eleito durante o período eleitoral, em debate realizado pela FIBRA.

Agnelo Queiroz demonstrou total aceitação das propostas. “Essa é a vez do Distrito Federal fazer o seu dever de casa. Quero construir um modelo conjunto com a FIBRA e empresários”, disse. Ele também prometeu dar atenção especial aos recursos humanos por meio da capacitação da mão de obra. Queiroz acredita que o Distrito Federal alcançará um PIB industrial de 14% antes de 2015.

Fonte: CNI 

Sindmóveis e Movergs realizam reunião com Receita Federal em prol do setor moveleiro

Durante recente encontro do Comitê de Logística do Sindicato das Indústrias do Mobiliário de Bento Gonçalves (Sindmóveis) e da Associação das Indústrias de Móveis do Estado do Rio Grande do Sul (Movergs) com a Alfândega da Receita Federal, em Rio Grande, as entidades buscaram soluções conjuntas para os problemas de logística enfrentados pelos moveleiros exportadores.

A reunião serviu também para ampliar o canal de comunicação entre a indústria moveleira e a Receita Federal, dando continuidade à aproximação iniciada em 2009. Quanto a reivindicação feita em 2009 junto a Alfândega para que nos processos de canal vermelho para móveis fosse utilizado o scanner em substituição a vistoria física, as entidades foram informadas que o scanner faz parte do processo, mas não substitui a vistoria física por não atender a todos os requisitos do  processo de canal vermelho.

Fonte: Fatto Comunicação

Móveis Marelli na Semana ARP

A Marelli Ambientes Racionais proporcionará uma experiência com a marca aos participantes da Semana ARP da Comunicação, organizada pela Associação Riograndense de Propaganda (ARP). Com o tema O Novo Brasil, o evento acontece entre os dias 29 de novembro e 2 de dezembro, no bairro Moinhos de Vento, em Porto Alegre (RS), reunindo os principais nomes da propaganda gaúcha e personalidades nacionais. Dois espaços diferenciados do encontro serão ambientados com produtos Marelli, grife que é referência em mobiliário corporativo no Brasil e na América Latina.

 No Sheraton Hotel, que servirá de palco para as palestras que pretendem refletir sobre o mercado publicitário e o papel da comunicação no novo Brasil que se desenha, a Marelli estará disponibilizando estações de trabalho da recém-lançada linha Job, criada especialmente para atender as demandas de tecnologia e adensamento de pessoas nos novos escritórios do século 21, e cadeiras Vegas que, com design contemporâneo e ergonômico, agregam elegância e estilo aos ambientes de trabalho.

 O outro espaço ambientado pela empresa encontra-se junto ao Parque Moinhos de Vento (Parcão), na capital gaúcha. Intitulado Espaço WiFi, o local irá funcionar paralelamente à Semana ARP, de 27 de novembro até 2 de dezembro, durante 6h por dia. Quem passar por lá irá encontrar estações de trabalho com acesso à internet, num ambiente tecnológico e aconchegante projetado com as mesas-plataforma Open e assentos Energy, ambos desenvolvidos para acompanhar o ritmo moderno de trabalho trazendo conforto e bem-estar ao dia a dia.

 Sobre a Marelli

 Fundada em 2 de abril de 1983, em Caxias do Sul, na Serra Gaúcha, a Marelli Ambientes Racionais é referência em mobiliário corporativo no Brasil e América Latina. Conta com um moderno parque fabril projetado com tecnologia de ponta dentro de conceitos de racionalidade, respeito ao meio ambiente, sustentabilidade, agregação de valor aos produtos e valorização das pessoas. As soluções da marca têm como destino 60% o mercado corporativo privado e 40% o setor público.

 Os produtos Marelli oferecem conforto, estética, ergonomia e otimização no aproveitamento dos espaços, atendendo as diversas necessidades dos ambientes corporativos, com soluções da recepção à diretoria. São certificados pela ABNT e produzidos de acordo com as normas ISO 9001 (qualidade), SA 8000 (responsabilidade social), ISO 14001 (gestão ambiental) e OHSAS 18001 (segurança e saúde no trabalho).

 A marca está presente no Brasil e América Latina com uma rede de 36 lojas exclusivas que oferecem atendimento personalizado, relacionamento com especificadores e serviços especializados com equipes capacitadas para executar desde o projeto até a montagem do layout final no cliente e o pós-venda. A empresa diferencia-se pela acessibilidade no atendimento, aprofundamento das estratégias de qualidade, manutenção preventiva e logística de distribuição por frota própria rastreada por satélite, garantindo qualidade de ponta a ponta. Site: www.marelli.com.br

Fonte: Studiodesign comunicação

Nota fiscal eletrônica

Prezado Associado,
 
Informamos  a Vossa Senhoria que a partir de 1º de dezembro de 2010 todas as Indústrias da Madeira e do Mobiliário tem a Obrigatoriedade da Implantação da Nota Fiscal Eletrônica em substituição a Nota Fiscal, modelo1 ou 1-A, conforme Portaria nº 176 de 28 de julho de 2010, publicada no dia 29 de julho de 2010 – Pag. 20.
 
PORTARIA Nº 176, DE 28 DE JULHO DE 2010.
 
Autoriza a utilização da Nota Fiscal modelo 1 ou 1-A, em substituição à Nota Fiscal Eletrônica – NF-e, para os contribuintes que especifica.
O SECRETÁRIO DE ESTADO DE FAZENDA DO DISTRITO FEDERAL, no uso de suas atribuições regimentais e com base no disposto no art. 396 do Decreto nº 18.955, de 22 de dezembro de 1997,
resolve:
Art. 1º. Ficam alterados, excepcionalmente, de 1º de abril de 2010 e de 1º de julho de 2010, para 1º de dezembro de 2010, os prazos estabelecidos para obrigatoriedade da utilização da Nota Fiscal Eletrônica
– NF-e em substituição à Nota Fiscal, modelo 1 ou 1-A, pelo critério de CNAE, relativamente às indústrias da madeira e do mobiliário.
Parágrafo único. Nas operações interestaduais, as empresas previstas no caput deste artigo devem observar a legislação vigente da Unidade Federada do destinatário da operação.
Art. 2º. Esta Portaria entra em vigor na data da sua publicação.
Art. 3º. Revogam-se as disposições em contrário.
ANDRÉ CLEMENTE LARA DE OLIVEIRA

Um evento que coloca sua empresa à frente

A FEMADE -Feira Internacional da Indústria da Madeira, Móveis e Setor Florestal- é um evento de padrão internacional, focado na realização de negócios na cadeia produtiva da madeira. Na feira, que está em sua 7ª edição, é possível identificar de forma direta a evolução tecnológica do setor madeireiro/florestal e moveleiro, bem como as tendências do mercado.

A FEMADE é uma realização da ABIMAQ- Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos e da Hannover Fairs Sulamérica Ltda, empresa do grupo Deustche Messe AG, a maior organizadora de feiras do mundo, sediada em Hannover. A empresa alemã é a mesma que organiza a LIGNA Hannover – uma das principais feiras para a indústria florestal e madeireira do mundo.

Internacionalização
Reconhecida e consolidada no mercado, a FEMADE 2011 completa onze anos de existência. Neste período, centenas de empresas expositoras do Brasil e do exterior têm comprovado que a feira é uma excelente oportunidade para a promoção de bons negócios.

Em 2010 o evento passou a ser divulgado e comercializado pela Deutsche Messe no exterior. Esta participação na divulgação e comercialização internacional da FEMADE 2010 foi decisiva para a internacionalização efetiva da feira. O evento contou com expositores internacionais de 13 países: Alemanha, Argentina, Chile, China, EUA, Finlândia, Holanda, India, Itália, Paquistão, Peru, Suiça e Taiwan. E com visitantes provinientes de 16 países -Angola, Argentina, Bolívia, Chile, China, Colômbia, Equador, Finlândia, França, Itália, México, Peru, Portugal, Taiwan, Turquia e Uruguai-, mais visitantes de 21 estados brasileiros e do Distrito Federal vieram conferir de perto a FEMADE 2010.

Eventos paralelos
Com a realização de eventos paralelos, a feira permite a difusão de conhecimento e informações relevantes para toda a cadeia produtiva da madeira. Com estas ações, a FEMADE garante ao expositor o melhor custo/benefício entre os eventos do setor e, para o público visitante, a maior diversidade de atrações em um único evento.
Fonte: Portal Moveleiro

Otimismo da indústria cai, mas continua alto

O otimismo dos empresários sobre o comportamento da economia e o desempenho de suas empresas mantém-se em declínio, mas continua elevado, revela o Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) , divulgado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) nesta segunda-feira, 22 de novembro. O indicador caiu 0,8 ponto de outubro para novembro, quando atingiu 62 pontos. O ICEI varia de zero a cem. Valores acima de 50 indicam empresários confiantes.
Na comparação com janeiro passado, quando o ICEI atingiu recorde, chegando a 68,7 pontos, a queda foi de 6,7 pontos, diz a CNI. O estudo informa que os empresários da construção civil, com 63,5 pontos, e da indústria extrativa, com 64,1 pontos, significando crescimento de 1,9 ponto e 0,6 ponto, respectivamente, estão mais confiantes do que os da indústria de transformação, cujo indicador registrou 60,6 pontos, um recuo de 1,4 ponto sobre outubro.
De acordo com a pesquisa, “dos 26 setores da indústria de transformação considerados, 18 apresentam indicadores acima da média histórica, ou seja, apresentam otimismo elevado”. Segundo a CNI, “aqueles com índice quatro pontos acima da média histórica setorial são os de outros equipamentos de transporte, plástico, minerais não-metálicos, edição e impressão, calçados, moveis e vestuário e acessórios”.
Em relação ao porte das empresas, o ICEI das pequenas (60,8 pontos) e das médias (61,1 pontos) caiu, em ambos os casos, em um ponto em novembro comparativamente a outubro, enquanto o das grandes diminuiu 0,7 ponto.
As expectativas dos empresários para os próximos seis meses também registraram queda, de 0,8 ponto, recuando de 65,9 pontos em outubro para 65,1 pontos este mês. Apesar do recuo, tal índice, atesta a CNI, “demonstra que os empresários permanecem otimistas com relação às condições futuras da economia”.
A pesquisa do ICEI foi feita entre 29 de outubro e sexta-feira passada, 19 de novembro, com 1.897 empresas, das quais 1.028 pequenas, 591 médias e 278 de grande porte.
Fonte: CNI

CNI divulga o Índice de Confiança do Empresário Industrial

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) divulga nesta segunda-feira, 22 de novembro, às 14h00, o Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) do mês de outubro de 2010. A divulgação será feita pelo site da CNI (http://www.cni.org.br) e por e-mail aos jornalistas cadastrados.

A pesquisa revela a avaliação dos industriais sobre o desempenho da economia e suas expectativas para os próximos seis meses em relação ao cenário nacional e à empresa. O levantamento foi feito entre 29 de outubro e sexta-feira passada, 19 de novembro, com 1.897 empresas, das quais 1.028 pequenas, 591 médias e 278 de grande porte..

As entrevistas sobre o ICEI podem ser agendadas na assessoria de imprensa da CNI pelo telefone (61) 3317- 9562.
 
BNDES defende mais inovação em indústrias exportadoras
O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho, defendeu a necessidade de o Brasil aprofundar a inovação nas empresas exportadoras, especialmente de commodities, para continuar competitivo no mercado global. O alerta foi dado nesta sexta-feira, 19 de outubro, na Federação das Indústrias do Estado da Bahia (FIEB) , no lançamento do núcleo de inovação da Bahia.
O núcleo é uma ação da Mobilização Empresarial pela Inovação (MEI), iniciativa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) para dobrar em quatro anos o número de empresas inovadoras no país. O núcleo da Bahia é o décimo criado este ano pela MEI, em parceria com as federações estaduais das indústrias. Os outros núcleos instalados são o de Santa Catarina, Paraná, Rio Grande do Sul, Espírito Santo, São Paulo, Minas Gerais, Distrito Federal, Maranhão e Pernambuco.
Coutinho enfatizou a necessidade de se criar uma rede adequada de logística para tornar a cadeia de commodities brasileiras inovadora. “Tenho certeza de que o governo da presidente eleita Dilma Rousseff incentivará os investimentos em logística Isso abrange portos, aeroportos e ferrovias”, declarou o presidente do BNDES.
Segundo ele, “não existem mais impedimentos para que os empresários brasileiros se engajem na agenda da inovação”, na medida em que, conforme assegurou, há recursos suficientes e incentivos para a atividade.
Diante de uma platéia de empresários, Coutinho salientou a necessidade de maior engajamento do setor produtivo na inovação, assumindo riscos, para que o país se torne mais competitivo. Informou que o investimento das empresas em inovação corresponde a 1,5% do Produto Interno Bruto (PIB) nas economias dos países desenvolvidos, percentual que é bem menor no Brasil. “Tenho convicção de que o setor empresarial brasileiro vai dar uma arrancada firme em direção à inovação”, assinalou.
O presidente do BNDES destacou o papel da MEI ao fortalecer a parceria entre o setor privado e o governo federal no aprimoramento das políticas de incentivo à inovação. “Todas as necessidades de aperfeiçoamento das políticas de inovação apontadas na MEI foram acolhidas pelo governo”, destacou. Citou, entre elas, o poder dado ao governo federal de usar seu poder de compra em favor das empresas brasileiras que investirem em inovação.
Fonte: CNI
PLANOS DE GESTÃO – O lançamento do núcleo de inovação da Bahia ocorreu durante o Seminário Oportunidades de Inovação para a Bahia, realizado pela FIEB. O núcleo da Bahia reunirá a FIEB, o Instituto Euvaldo Lodi (IEL), o Serviço Social da Indústria (SESI), o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI).
Outras entidades parceiras são o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (FAPESB), o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia, universidades locais, as secretarias estaduais de Indústria e Comércio e de Ciência e Tecnologia.
O diretor de Educação e Tecnologia da CNI, Rafael Lucchesi, ressaltou a importância dos núcleos e das federações na mobilização e sensibilização das empresas para a inovação e no papel de capacitar e prestar assessoria para as indústrias elaborarem e implantarem planos de gestão da inovação. “O papel da MEI é colocar a inovação no centro das estratégias empresariais”, disse Lucchesi, para quem é necessário ampliar a capacidade de alavancagem dos gastos públicos no setor.
Lembrou como iniciativas propostas pela MEI e aprovadas pelo governo a desoneração tributária nos investimentos em inovação e a criação da sala de inovação, que reunirá numa só instância as instituições governamentais responsáveis por aprovar projetos de inovação, dando celeridade aos empreendimentos e evitando superposições.
O secretário-executivo do Ministério da Ciência e Tecnologia, Luiz Elias, e o diretor técnico do Sebrae nacional, Carlos Alberto dos Santos, alertaram para a necessidade de se aumentar a apresentação de projetos.. “Hoje temos mais recursos e possibilidades do que demandas”, informou Santos.
O presidente da FIEB, José de Freitas Mascarenhas, considerou essencial o trabalho de divulgação desses instrumentos junto às empresas. Defendeu, porém, a necessidade de redução da burocracia para acesso aos recursos. Reafirmou o empenho e interesse da entidade em levar a inovação para as empresas locais, citando como exemplo a instalação do Centro Integrado de Manufatura e Tecnologia (CIMATEC), unidade de formação de profissional do SENAI.
Fonte: CNI