Sindimam realiza Festa de Confraternização 2013

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Foi realizada no dia 11 de dezembro, no Espaço La Fiesta, a Festa de Confraternização Natalina do Sindimam. A celebração foi propícia para comemorar as conquistas do setor moveleiro no ano de 2013 e promover a confraternização entre os associados. Confira a galeria de fotos completa pelo link: http://on.fb.me/19A8fZC

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Indústria moveleira exportará 15,3 milhões de produtos

Uma pesquisa do Instituto de Estudos e Marketing Industrial (IEMI) indica que a indústria moveleira do Brasil embarcará 15,3 milhões de móveis e colchões ao exterior até o final deste ano. Se o número se confirmar, haverá uma queda de 15,4% sobre as exportações de 2012, quando foram vendidas 18,1 milhões de unidades ao exterior. Os dados fazem parte do levantamento “Indicadores de Móveis e Colchões do Brasil” e mostram também que as exportações responderão por 3% da produção do segmento neste ano.
Por outro lado, a importação de móveis e colchões deve crescer em 2013 sobre o ano passado em 6,5%. O volume vindo do exterior deve chegar a 13,5 milhões de peças até o final do ano, contra 12,7 milhões importadas em 2012. No ano passado houve um crescimento semelhante nas compras de móveis do exterior, de 6,6%. O aumento das importações foi ainda maior em 2011, quando alcançou 35,2%, e em 2010, com 116,9% sobre o ano anterior.
De acordo com o IEMI, espera-se que no ano que vem a exportação de móveis de madeira ganhe um pouco mais de fôlego e ajude a fomentar a produção nacional. Em 2013, a indústria deve produzir 480,9 milhões de móveis e colchões, com crescimento de 4,4% sobre o ano anterior, quando a fabricação ficou em 460,5 milhões de peças. O valor da produção alcançará R$ 35,7 bilhões, segundo o instituto de pesquisa, com aumento de 10% na receita.
 
De acordo com o IEMI, a redução do IPI oferecida pelo governo brasileiro para compra de móveis e produtos da linha branca foi eficaz para favorecer compras de produtos de mobiliário, mas a retirada do incentivo e a elevação dos juros reduziram o potencial de crescimento do setor, disse o diretor do instituto, Marcelo Prado, em nota. Em dezembro, no entanto, as vendas domésticas devem ser 62% maiores que a media mensal do ano, o que ajudará o varejo a desovar os estoques e movimentar a produção no começo do ano que vem.
 
Fonte: Agência de Notícias Brasil-Árabe

Setembro tem variação negativa no setor moveleiro

Os números do setor moveleiro apontaram uma variação negativa no mês de setembro, conforme o Relatório Conjuntura e Comércio Externo do Setor de Móveis no Brasil, elaborado pelo Instituto de Estudos e Marketing Industrial (IEMI). A produção nacional de móveis teve queda, assim como o consumo, a produtividade e as vendas no comércio varejista. Por outro lado, a inflação e a inadimplência do consumidor avançaram em outubro.

De acordo com a pesquisa, a produção nacional fechou o mês de setembro com uma variação negativa de 1,8% sobre o mês anterior, acumulando um total de 42,5 milhões de peças ao final de setembro. No ano houve crescimento de 3,2%. No Rio Grande do Sul, a produção fechou o mês de agosto setembro com um aumento de 5,6% e 7,8 milhões de peças. No acumulado de janeiro a setembro deste ano também houve queda de 0,4% comparado ao mesmo período de 2012.

O consumo aparente da indústria de móveis foi outro dado que apresentou recuo de 1,8% em setembro, comparado com agosto, registrando 42,4 milhões de peças – no ano a alta é 3,9%. No RS o consumo chegou a 7,6 milhões de peças no mês e alta de 7,4%, representando 17,9% do consumo nacional. A participação dos importados chegou a 2,7%, em setembro, no Brasil. Já para os gaúchos, os importados contabilizam 2,1% do consumo interno.

O comércio varejista de móveis, incluindo eletrodomésticos, também apresentou uma queda expressiva no mês: 9,1% em volumes de peças e 8,3% em valores das receitas. Mesmo assim, acumula alta no ano de 5,5% nos volumes vendidos e 8,6% nos valores da receita. Na contramão destes dados, um dos indicativos que tiveram alta foi a inflação do mobiliário. Em outubro, os preços ao consumidor de móveis avançaram 1,28%. No ano o crescimento foi maior, chegando a uma variação positiva de 7,25%. A inadimplência foi outro dado que teve alta de 3,7% no período mês. No entanto, em relação a outubro de 2012, houve um recuo de 10,5%.

EMPREGOS NA INDÚSTRIA SE MANTÊM

O volume de pessoal ocupado no setor de madeira e móveis praticamente se manteve, com leve aumento de 0,1% em setembro e um resultado abaixo do verificado pela indústria de transformação em geral, que cresceu 0,5% no mês e 1,1% no ano. Ainda no mês de setembro, o relatório aponta que foram abertos 1.842 novos postos de trabalho no setor moveleiro nacional, alcançando 282.137 empregos diretos, alta de 2% sobre dezembro de 2012. No Rio Grande do Sul novamente houve mais contratações do que desligamentos na indústria moveleira, durante o mês pesquisado também em setembro, ocasionando 440 novos postos de trabalho. Com isso, o setor acumula 40.599 os empregos diretos e alta de 3,6% em relação a dezembro de 2012.

A produtividade do setor madeira e móveis recuou timidamente 0,6% no mês, acumulando alta de 9,5% no ano, bem acima do resultado da indústria de transformação que recuou 3,3% no mês e acumulou uma alta de 3,1% no ano.

INVESTIMENTOS

O BNDES desembolsou, em julho, R$ 95 milhões para investimentos no setor de móveis – valor equivalente a apenas 2,3% do total desembolsado para a indústria de transformação (R$ 4,1 bilhões). No ano, de janeiro a julho, os investimentos para o setor acumularam alta de 48,2% em relação ao mesmo período de 2012. Destaque para as importações de máquinas de móveis, que cresceram 5,8% entre janeiro a outubro deste ano no comparativo com o ano anterior. Para conferir o relatório completo e outros dados sobre o setor moveleiro acesse: http://www.movergs.com.br/numeros-setor

Fonte: Movergs

Inova Sustentabilidade terá R$ 2 bilhões para inovação na área de meio ambiente

O ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Marco Antonio Raupp, o presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho, e o presidente da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), Glauco Arbix, lançaram nesta sexta-feira (29) o Plano Inova Sustentabilidade. A assinatura do edital ocorreu durante a reunião da Mobilização Empresarial pela Inovação (MEI), realizada no escritório da Confederação Nacional da Indústria (CNI), em São Paulo (SP). A reunião foi coordenada pelo presidente da CNI Robson Braga de Andrade.

O objetivo do novo programa, segundo o governo federal, é estimular o setor produtivo a investir em soluções inovadoras para reduzir impactos ambientais. De acordo com Luciano Coutinho, o programa contará com o aporte de R$ 2 bilhões, divididos entre BNDES e Finep, para operações entre 2014 e 2016. As empresas poderão trabalhar em quatro linhas temáticas: produção sustentável, recuperação de biomas e atividades produtivas sustentáveis de base florestal, saneamento ambiental e monitoramento de desastres ambientais.

“O Inova Sustentabilidade foi estruturado para receber planos de negócios de valor mínimo de R$ 5 milhões, para serem executados em até 60 meses, que deverão ser apresentados no dia 30 de abril do ano que vem. A partir dessa data, teremos dois meses para escolher e apresentar os projetos selecionados pelo edital”, explicou Coutinho.

Confira abaixo as quatro principais linhas temáticas do Inova Sustentabilidade:

1. Produção sustentável – Apoio ao desenvolvimento tecnológico de produtos e processos que promovam eficiência energética do setor industrial, produção sustentável por meio da redução do consumo de recursos naturais, e prevenção e controle de poluentes; a mitigação de emissão de gases de efeito estufa; e desenvolvimento de técnicas de tratamento e reaproveitamento de resíduos industrias, minerais, agropecuários e domésticos.

2. Recuperação de florestas – Apoio a empresas e instituições que promovam soluções integradas de restauração de biomas brasileiros e o desenvolvimento sustentável da cadeia produtiva da madeira tropical.

3. Saneamento ambiental – Apoio ao desenvolvimento de tecnologias de atendimento dos serviços de saneamento ambiental, com foco no tratamento e abastecimento de água, drenagem urbana e tratamento e aproveitamento de resíduos sólidos.

4. Monitoramento ambiental e prevenção de desastres naturais – Apoio ao desenvolvimento de tecnologias visando ao aperfeiçoamento de sistemas de alerta e de redução de exposição a risco de desastres naturais.

Fonte: Portal da Indústria

Confiança do consumidor aumenta pelo segundo mês consecutivo, informa CNI

O Índice Nacional de Expectativa do Consumidor (INEC) aumentou 1% em novembro sobre outubro, no segundo aumento consecutivo do índice, o que não acontecia há um ano. O INEC atingiu 111,8 pontos, informa a pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) divulgada nesta quarta-feira (27).

A CNI atribui o aumento do INEC este mês à melhora das expectativas do consumidor com relação tanto à inflação nos próximos seis meses quanto ao desemprego, O índice de expectativa de inflação aumentou 4,3% entre outubro e novembro, enquanto o índice de expectativa de desemprego cresceu 6,1% na mesma comparação. Ambos os índices crescem na medida em que se aumentam os percentuais de respostas otimistas dos consumidores.

Em comparação a novembro de 2012, contudo, houve recuo de 4,4% no INEC. “O novo aumento não é suficiente para levar a confiança do consumidor ao patamar registrado no início de 2013, antes da forte queda ocorrida em junho”, assinala a CNI.

DECLÍNIO – Com queda de 1,4% em novembro comparativamente ao mês anterior, o índice de compras de bens de maior valor nos próximos seis meses foi o único componente do INEC que registrou declínio. “Essa queda é explicada pelo aumento do endividamento no período recente, o que limita o financiamento, muito utilizado nesse tipo de aquisição”, justifica a CNI.

Segundo a pesquisa, entre outubro e novembro, não houve alteração significativa da expectativa do consumidor sobre a evolução de sua renda nos próximos seis meses, assim como manteve-se praticamente inalterada sua percepção acerca de sua situação financeira e endividamento. O índice de situação financeira se ampliou em 0,2% em novembro comparativamente a outubro; o de endividamento registrou aumento de 0,5% , e o índice de expectativa da renda pessoal subiu 0,2%.

Realizada mensalmente pelo Ibope Inteligência para a CNI, com abrangência nacional, a pesquisa INEC ouviu 2.002 pessoas entre 07 e 11 de novembro.

Fonte: Portal da Indústria

Empresas podem quitar dívidas com a Terracap

Empresas e pessoas físicas que estiverem inadimplentes com a Terracap têm a oportunidade de quitar o débito. Trata-se do Facilita Terracap, programa de recuperação de crédito para devedores com dívidas de financiamento e de taxas de concessão anteriores a 1º de maio de 2013.

Para facilitar o pagamento, a Terracap diminuiu a entrada mínima de 15% para 10%; esticou o parcelamento de 36 para 60 meses; e concedeu desconto de até 90% nas penalidades na quitação do débito. Esse percentual varia de acordo com a entrada mínima efetuada no ato da contratação. Os que pretendem quitar a dívida à vista terão desconto de 90% nas penalidades; aqueles que parcelarem com entrada mínima de 30%, serão beneficiados com 70% sobre as multas; e, por fim, os que derem entrada inferior a 30% terão abatimento de 45%.

O programa abrange débitos de âmbito administrativo e judicial. Essas dívidas acumulam cerca de R$ 334 milhões, sendo R$ 260 milhões, só de cobrança judicial. A expectativa é que durante a vigência do programa, que será encerrado em junho de 2014, haja a recuperação de grande parte desse montante.

Os interessados devem comparecer à sede da Terracap (SAM/N, Bloco F, atrás do anexo do Palácio do Buriti), em horário comercial. Mais informações: em www.terracap.df.gov.br ou 3342-2013/ 3342-2014.

Fonte: Fibra

Ikea prepara chegada ao Brasil e pegará mercado difícil

Gigante moveleira estuda mercado desde 2009 e deve desembarcar em breve no País. Com um mercado competitivo, caos tributário e dificuldades logísticas, Brasil vai ser prova de fogo para o modelo de negócios dos suecos.

Um dos maiores players mundiais do setor de móveis e decoração e conhecida pelo design arrojado e preços baixos, a sueca Ikea está prestes a desembarcar no Brasil. Mas, mesmo sendo um dos pesos pesados mundiais, a empresa deverá encontrar algumas dificuldades no País, como um mercado competitivo, e terá que mostrar diferenciais para conquistar o consumidor brasileiro.

De cabides para roupas e utensílios domésticos a dormitórios ou cozinhas completas, as 345 lojas da rede espalhadas por 42 países são um “parque de diversões” para o cliente, que nelas consegue encontrar tudo o que precisa para montar ou arrumar a casa. E é com esse modelo de negócios que a empresa pretende conquistar os brasileiros.

“O mercado é muito pulverizado, com inúmeras indústrias pequenas e médias e incontáveis varejistas especializados escoando a produção, o que configura uma intricada e complexa rede, na qual um grande grupo terá alguma dificuldade para penetrar”, opina Job Rodrigues, gerente do Departamento de Bens de Consumo, Comércio e Serviços do BNDES.

Para Rodrigues, o mercado brasileiro não tem muita “gordura para queimar” quanto o assunto é preço – nesse ponto, a competição está esgotada. O desafio é competir nos quesitos diferenciação e segmentação sem desrespeitar os rígidos limites de preço impostos pelo mercado.

“Poder de fogo”
A Ikea se tornou um gigante oferecendo o famoso design escandinavo a preços baixos. Somente no ano fiscal de 2013, encerrado em agosto, o grupo faturou 29,2 bilhões de euros pelo mundo. O maior crescimento no ano fiscal de 2012 foi registrado em países como China, Rússia e Polônia. E, por causa desse sucesso em países emergentes, a empresa deverá apostar alto no Brasil, onde já possui um escritório desde 2009 em Curitiba.

Exatamente por possuir esse poder de fogo, com centenas de lojas e fornecedores espalhados pelo mundo, há o receio de que a empresa pressione os preços dos fornecedores e lojistas brasileiros ainda mais para baixo, mesmo que analistas digam não haver mais espaço para isso.

“É preocupante porque haverá um nivelamento de preços para baixo e, no Brasil, com o alto custo de produção, devido a problemas de logística e impostos nas alturas, isso deverá desencadear uma série de medidas com ações junto ao governo federal para a indústria poder investir em capital humano, infraestrutura, tecnologia e inovação fabril”, afirma Osni Verona, presidente da Associação dos Moveleiros do Oeste de Santa Catarina (Amoesc) e do Sindicato das Indústrias Madereiras e Similares do Vale do Uruguai (Simovale).

Por meio de sua assessoria de imprensa, a empresa sueca informou que o grupo considera o Brasil como um possível mercado e que ainda realiza estudos preliminares, mas prefere não informar maiores detalhes estratégicos, tais como data de inauguração e localização da primeira loja.

Alvo nas classes média e baixa
O mercado aposta que o principal foco da rede de móveis deverá estar nas classes média e baixa, já que a empresa sueca busca no Brasil fornecedores que possam produzir barato e em grande escala.

“Para os consumidores de móveis, essa é uma oportunidade de ter acesso a produtos alinhados às tendências mundiais de consumo”, afirma Ivo Cansan, presidente da Associação da Indústria de Móveis do Rio Grande do Sul (Movergs). “A nova classe C terá mais oportunidades de adquirir mobiliário com padrões internacionais e fabricados pela nossa indústria.”

Até o momento, a Ikea fechou contrato com quatro fornecedores de Santa Catarina e um do Rio Grande do Sul, cujos móveis – produzidos com madeiras de pinus e eucalipto – são exportados para mercados já atendidos pela marca sueca. A criação de uma rede local de fornecedores é um dos primeiros passos da empresa para planejar a abertura de lojas no país, o que não deverá demorar muito para acontecer.

Quanto aos lojistas, a expectativa do mercado é que os grandes magazines – como Ponto Frio, Ricardo Eletro, Insinuante e Casas Bahia, que geralmente apresentam produtos de ponta, preços acessíveis e financiamento a longo prazo – sejam os principais concorrentes da Ikea no Brasil.

“O mercado brasileiro está em crescimento constante. Portanto, temos sempre oportunidade para novos empreendimentos”, diz Lipel Custódio, diretor da Associação Brasileira das Indústrias do Mobiliário (Abimóvel). “Acreditamos que toda concorrência é muito saudável e, por isso, a Ikea poderá estimular e aquecer a concorrência nacional.”

Modelo empresarial à prova
O modelo de negócios da Ikea deverá ser colocado à prova no Brasil e a conquista dos brasileiros promete ser difícil. Nos países onde opera, a empresa sueca é conhecida por vender móveis desmontados, que devem ser transportados e montados pelo próprio cliente. Entrega e montagem pela empresa são possíveis, mas têm custo adicional. Esse modelo destoa da tradicional entrega e montagem do produto na residência, que é considerada um grande valor do varejo brasileiro.

A empresa também deverá ter dificuldades para achar terrenos com boa localização em grandes e médias cidades brasileiras para a construção de suas enormes lojas. Elas sempre ficam próximas a rodovias, o que facilita a logística da empresa e o acesso dos clientes.

“Talvez não seja tão fácil encontrar um terreno nas características desejadas pela empresa numa grande cidade como São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre e Belo Horizonte. Há um investimento considerável nesta operação”, afirma Marcelo Prado, diretor do Instituto de Estudos e Marketing Industrial (Iemi).

Outro ponto preocupante é a legislação tributária brasileira, uma das mais complexas do mundo. “O caos tributário que vivemos está espantando a maioria das redes de varejo, como a H&M [rede sueca de lojas de roupas], que estuda o mercado, se encanta e depois se ilude.”

Para Rodrigues, do BNDES, a empresa não deve demorar para perceber as dificuldades, o que inclui a resistência dos brasileiros a compras sem uma boa solução de frete e montagem. “Isso pode ser até tolerado por consumidores das classes C e D, mas só sob condições especiais de preço.”

Fonte: Terra

Portal da Indústria lança site especial sobre cursos e capacitações

O Portal da Indústria está com um novo canal projetado especialmente para quem busca informações sobre os cursos do Sistema Indústria. O site resume, em um só lugar, todos os programas de educação e capacitação da Confederação Nacional da Indústria (CNI), do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI), do Serviço Social da Indústria (SESI) e do Instituto Euvaldo Lodi (IEL).

Entre as iniciativas, estão workshops, cursos gratuitos, ensino a distância e pós-graduação, além de ações educativas e socioculturais. No espaço, o internauta também vai encontrar informações sobre diversas parcerias, com o Ciência sem Fronteiras e o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec), realizadas junto com o Governo Federal.

Com design simples e objetivo, o site apresenta um resumo de cada iniciativa e redireciona o usuário para as áreas do Portal da Indústria em que podem ser encontradas mais informações.

Fonte: Portal da Indústria

CLDF aprova segunda fase do programa Recupera-DF

O Projeto de Lei 1636/2013, que institui a segunda fase do Programa de Recuperação de Créditos Tributários (Recupera-DF), foi aprovado ontem pela Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF).

A primeira fase do Recupera/DF entrou em vigor em 10/4 e encerrou-se em 28/6. O programa permite que contribuintes, pessoas física ou jurídica, que tenham dívidas junto à Secretaria de Fazenda do DF, possam negociar os débitos com desconto em multas e juros de mora, permitindo o parcelamento do valor devido em até 60 meses.

Os débitos com possibilidade de quitação serão:

• Imposto Sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS);
• Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS),
• Imposto Sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU);
• Imposto Sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA);
• Imposto Sobre Transmissão de Bens Imóveis (ITBI);
• Imposto Sobre Transmissão Causa-Mortis e Doação (ITCD);
• Taxa de Limpeza Pública (TLP);
• Cobrança do Simples Candango;

Para a regularização de dívidas do ICMS e do ISS, os débitos precisam ter sido gerados entre 31 de dezembro de 2011 e 31 de maio de 2013. O programa vale para débitos inscritos ou não em dívida ativa e ajuizados.

Segundo a Secretaria de Fazenda do DF (SEF/DF), os contribuintes com débitos serão avisados pelo órgão por meio de carta-cobrança. A adesão ao Recupera-DF deverá ser feita até o dia 27 de dezembro, com o pagamento integral ou da primeira parcela do débito.

Quem optar pelo pagamento à vista dos débitos terá 75% de desconto nos juros e nas multas. Em caso de parcelamento da dívida, os descontos serão reduzidos gradualmente até 30%.

Para dar início à segunda fase do Recupera-DF, a SEF/DF aguarda a sanção do governador do DF, Agnelo Queiroz. O PL 1636/2013, com todos os detalhes do programa, foi publicado na Seção 1 do Diário Oficial do DF.

A Secretaria de Fazenda lembra ao contribuinte que a inscrição em dívida ativa impede o contribuinte de participar de licitações, assumir cargo público e utilizar os créditos do Nota Legal.

Fonte: Fibra

Comércio varejista prevê melhor Natal em dois anos

Expectativa da CNDL e do SPC Brasil é de uma alta de 5% nas vendas. Pagamento do décimo terceiro salário é a principal razão para o otimismo.

As vendas a prazo do comércio varejista, na semana que antecede o Natal (18 a 24 de dezembro), devem avançar 5% neste ano, o que configurará, se confirmado, o melhor resultado dos últimos dois anos, infomaram nesta terça-feira (5) a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), que realizaram sondagem com os lojistas. Em 2012, o crescimento das vendas foi de 2,37% e, no ano anterior, de 2,33%.

A principal razão para o otimismo, ainda de acordo com as entidades, está na entrada de R$ 143 bilhões na economia brasileira em função do pagamento do décimo terceiro salário – um crescimento de 9,8% em relação ao ano de 2012, segundo dados do Dieese.

Na avaliação do presidente da CNDL, Roque Pellizzaro Junior, o aumento da injeção de capital decorrente do décimo terceiro é consequência do aumento do número de pessoas empregadas no Brasil. “Atualmente caminhamos sobre níveis recordes de empregabilidade. Além disso, a inflação foi domada e já está sob controle. Dessa forma, os fatores dinheiro novo combinado com inflação estabilizada melhoram as condições de compra do consumidor”, disse ele.

Segundo a CNDL, o crédito deverá ser menos utilizado nas vendas de Natal em 2013 por conta de uma preocupação do consumidor em comprometer menos o próprio orçamento com as parcelas. Na avaliação de Pellizzaro, os consumidores que optarem pelas compras a prazo deverão dividí-las em prazos menores.

Ainda de acordo com o presidente da CNDL, o período natalino é conhecido por beneficiar praticamente todos os segmentos da economia. “No Natal, é comum que o consumidor injete dinheiro das formas mais variadas possíveis. Ele pode comprar uma roupa nova, quitar dívidas, revisar o carro da garagem, dar um vinho de presente e até começar uma reforma. Dessa forma, todas as engrenagens giram para fazer a máquina econômica funcionar”, declarou.

Fonte: G1