Multinacional moveleira Ikea estuda abrir lojas no Brasil

A maior empresa do setor de móveis do mundo, a sueca Ikea, anuncia pela primeira vez que considera abrir lojas no Brasil. Presente em 40 países, o grupo realizará estudos sobre a entrada no varejo brasileiro. A notícia foi obtida com exclusividade pelo ‘Broadcast’, serviço de notícias de em tempo real da ‘Agência Estado’.

Ainda não há prazo para a abertura da primeira unidade, mas a companhia já tem um pé no Brasil: um escritório funciona há mais de um ano em Curitiba e cerca de 20 funcionários exibem os primeiros crachás da Ikea Brasil. Após anos de boatos no setor moveleiro, o País finalmente entrou nos planos da Ikea para crescer nos mercados emergentes. “O grupo Ikea considera o Brasil um potencial mercado futuro e executará estudos preliminares sobre a possibilidade de entrada neste mercado”, informou a empresa ao Broadcast. A companhia enfatiza, porém, que a entrada no varejo “não será imediata”.

Conhecida por vender móveis com design e preços baixos, a companhia tem olhado com cada vez mais atenção os emergentes. A partir de agora, Índia e Brasil aparecem como os dois próximos grandes desafios da empresa. Os planos para a Índia estão mais avançados.

Em maio, a empresa recebeu autorização do governo local para iniciar um ambicioso plano de abertura de até 25 lojas. A intenção é investir quase US$ 2 bilhões no mercado indiano.

O projeto para o Brasil está em estágio menos avançado, mas a confirmação do interesse pelo mercado nacional marca uma mudança no discurso da empresa, que sempre negou qualquer plano para o País. A América Latina tem sido estudada pelo grupo há pelo menos três anos, quando foi inaugurada a primeira loja na região, na República Dominicana. Nesse período, também foi inaugurada uma filial em Porto Rico.

Executivos da Ikea passaram a apostar mais fichas nos países emergentes após a bem sucedida experiência na Rússia e na China. Inaugurada em 2000, a filial russa já é a quinta que mais vende no mundo e, atualmente, responde por 6% do faturamento global da Ikea.

Emergentes. A China também tem números exuberantes: Pequim tem a loja Ikea mais visitada do mundo. Só em 2011, mais de seis milhões de pessoas passaram pela unidade.

Três das cinco maiores lojas Ikea do mundo estão na China. Ao todo, são 14 endereços no mercado chinês e 13 na Rússia.

Um dos desafios da Ikea no Brasil será a receptividade do consumidor à ideia de montar os próprios móveis. Em todo o mundo, a loja é conhecida por oferecer itens que tentam aliar design, simplicidade e principalmente preço baixo. Para isso, a empresa oferece poucas regalias e praticamente tudo que é vendido – de luminárias a sofás – deve ser montado pelo próprio cliente. No Brasil, porém, o setor moveleiro geralmente entrega itens montados na casa do consumidor. Isso ocorre até em lojas que podem ser comparadas à Ikea, como a Tok&Stok e Etna.

A venda dos móveis desmontados é uma marca da Ikea. Isso oferece uma grande vantagem para a empresa que não gasta tempo e dinheiro com a montagem dos produtos. A Ikea foi fundada em 1947 no interior da Suécia por Ingvar Kamprad, que já foi o quarto homem mais rico do mundo e se aposentou em junho com 87 anos. Relatos na imprensa sueca dizem que Kamprad dirigia até pouco tempo atrás um Volvo ano 1993 e só viaja de classe econômica.

Fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,maior-empresa-de-moveis-do-mundo-sueca-ikea-estuda-abrir-lojas-no-brasil-,1075960,0.htm

Preço de fogão e móveis sobe mais que a inflação oficial em 12 meses

Os preços dos fogões e dos móveis – itens beneficiados pelo IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) menor – subiram mais do que a inflação oficial, medida pelo IPCA, nos últimos 12 meses.

No caso do fogão, que, atualmente, está com alíquota do imposto em 3% – o original era 4% – houve aumento de preços, de 7,28%, nos últimos 12 meses terminados em agosto. No mesmo período, o IPCA fechou em 6,09%, segundo o IBGE.

Para os móveis, que está com imposto de 3%, abaixo dos 5% praticado antes dos cortes, a elevação foi ainda maior, de 9,01% no mesmo período.

De acordo com o economista Samy Dana, da FGV, o aumento do dólar pode ter impacto nos preços. “Boa parte da matéria-prima é importada e os fabricantes podem ter repassado a alta aos consumidores”, afirma. Nos eletrodomésticos, o volume de material importado chega a 30% do total.

Outra explicação, de acordo com o economista, é a demanda do setor. “Por um tempo, o consumidor até pode evitar a compra de um fogão. Mas, em um determinado momento, a troca passa a ser inevitável e, por mais que o preço aumente, ele é obrigado a adquirir um novo aparelho. Os revendedores podem estar aproveitando um desses ciclos de consumo para cobrar mais”, explica Dana.

Se por um lado a redução do IPI ajuda a indústria, há diversos fatores que puxam os preços para cima. O economista da ACSP (Associação Comercial de São Paulo) Marcel Solimeo explica que vivemos um momento de inflação generalizada, o que invariavelmente pressiona os custos.

“Se não tivéssemos a redução do IPI, o aumento teria sido muito maior. Todos os custos continuam subindo de forma geral”, diz.

É preciso considerar que os custos da mão de obra e das matérias-primas subiram nos últimos meses, e só o corte do IPI não seria suficiente para permitir queda de preços.

Fim do IPI Reduzido. No final de setembro termina a prorrogação escalonada do IPI para os produtos da linha branca (fogão, geladeira e máquina de lavar) e móveis. O repasse para os consumidores dependerá de alguns fatores, como os estoques.

“Vai depender de como estão os estoques no varejo e na indústria. Acredito que eles vão tentar segurar o máximo [o aumento de preços]”.

“O nosso comércio tem uma concorrência muito forte. Não dá para ficar aumentando. Quando há aumento de preços é porque os custos estão realmente pressionados”, diz Marcel.

ALGUNS PRODUTOS COM IMPOSTOS REDUZIDOS

Item

Imposto normal (em %)

Imposto atual (em %)

Aumento de preços em 12 meses (em %)

Fogão

4

3

7,28

Geladeira

15

8,5

5,61

Máquina de lavar

20

10

2,27

Móveis

5

3

9,01

Fonte: IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas) e Ministério da Fazenda

Indústria critica limite de preço para ‘linha marrom’

O setor busca que o governo reveja a lista porque a projeção é de que vão ser injetados R$ 18,7 bilhões em compras com o programa

A indústria de móveis considera que o governo fixou um valor muito baixo para os produtos da chamada “linha marrom”, que engloba sofá, guarda-roupa, mesa e cama. “Com esses valores, só se compra coisa de baixa qualidade”, critica o presidente da Associação Brasileira das Indústrias do Mobiliário (Abimóvel), Daniel Lutz.

Para ele, o programa atual direciona a compra apenas para a linha branca e para os eletroeletrônicos, preferidos pelos mutuários. O governo decidiu fixar um preço máximo para cada produto com o intuito de beneficiar diferentes setores.

O setor de móveis entregou ao ministro da Fazenda, Guido Mantega, sugestões para rever preços máximos e incluir novos produtos. O Ministério da Fazenda foi procurado pela reportagem, mas não comentou se planeja revisar o programa.

Lutz diz que a indústria de móveis ainda não percebeu nenhum impacto de pedidos de reposição de estoque, embora a Caixa afirme que 233,6 mil famílias já contrataram o cartão.

O setor busca que o governo reveja a lista porque a projeção é de que vão ser injetados R$ 18,7 bilhões em compras com o programa. Um dos resultados positivos do Minha Casa Melhor é que foi verificada redução do calote no programa habitacional, já que essa é uma das exigências para financiar móveis e eletrodomésticos.

Quase IPI. O presidente da Associação Nacional de Fabricantes de Produtos Eletroeletrônicos (Eletros), Lourival Kiçula, diz que o programa contribuiu para alavancar as vendas durante o ano e deixá-las praticamente no mesmo patamar do resultado “excepcional” registrado no ano passado, quando o governo promoveu a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) da linha branca. / M.R.V.

Fonte: Estadão

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Setor de móveis espera redução de estoque

Após a esperada baixa no meio do ano, a Associação Brasileira das Indústrias do Mobiliário (Abimóvel) conta com recuperação nas vendas

O setor moveleiro aposta suas fichas no aumento sazonal de pedidos do varejo à indústria a partir desta primeira quinzena do mês – com vistas às vendas de final de ano – para começar a reduzir um volume de estoques considerado indesejado pelos fabricantes. A projeção é de Lipel Custótio, diretor da Associação Brasileira das Indústrias do Mobiliário (Abimóvel).

“Não tenho como quantificar os volumes dos estoques. Falo pelo que converso com as empresas”, disse Custódio. Segundo ele, a indústria moveleira consegue reduzir o ritmo de produção, mas não pode interrompê-la de imediato, porque sua principal matéria-prima é madeira tratada, que não pode ficar muito tempo sem uso. Também não pode demitir quando a demanda recua porque o pessoal empregado no setor é altamente qualificado e de difícil contratação nos momentos de alta demanda.

“Tradicionalmente os meses de junho e julho são os de baixa estação para a indústria moveleira. Setembro começa a melhorar porque o comércio inicia os pedidos para as vendas de final de ano”, explicou o dirigente da Abimóvel.

De acordo com ele, se a sazonalidade se confirmar, os pedidos devem começar a chegar. Com isso, as vendas poderão aumentar por volta de 1% em comparação com setembro de 2012.

“E se os prognósticos do governo estiverem corretos, com o crédito se expandindo, as vendas poderão crescer de 1,5% a 2% em 2013 em relação a 2012”, previu Custódio. Para ele, a taxa de crescimento será bem recebida, mas sem comemoração. “É um número positivo, mas não é para muita alegria”, relativizou o executivo, acrescentando que hoje o consumo de móveis tem apoio do programa federal que atende a parcela menos favorecida da sociedade que é o Minha Casa Melhor, que é o que vai assegurar algum resultado positivo.

Numa escala bastante reduzida, a desvalorização cambial poderá ajudar as vendas de móveis, estimou o diretor. Para ele, o impacto mais efetivo do dólar sobre a atividade do setor, caso a moeda norte-americana se mantenha no patamar atual, em torno de R$ 2,35, só será sentido no fim do ano ou começo do próximo. Ele destaca que uma venda para o exterior só se efetiva após três ou quatro meses de negociações. “Pode ser que peguemos essa onda do dólar mais alto, mas só mais pela frente.”

Por quê
ENTENDA A NOTÍCIA
Durante os meses de junho e julho, é comum que as vendas de móveis caiam, mas. a partir de setembro, o comércio inicia os pedidos, estimulando as vendas. Embora o aumento seja aguardado, a expectativa de crescimento é tímida.

Fonte: Agência Estado

Sondagem Industrial sinaliza expansão de produção no DF

Sondagem Industrial do Distrito Federal do mês de julho apresenta melhora nos números em comparação aos meses anteriores, indica pesquisa divulgada hoje, (03/09) pela Federação das Indústrias do Distrito Federal (Fibra). Os dados foram levantados em parceria com a Confederação Nacional da Indústria (CNI), entre os dias 1º e 13 de agosto.

Com recuperação de 10,9 pontos em relação a junho, quando marcou 41,5 pontos, o indicador de evolução da produção atingiu 52,4 pontos, superando a linha divisória de 50 pontos, sinalizando expansão da produção industrial no mês.

Apesar do aumento da produção industrial, a subida do índice não foi suficiente para elevar o nível de emprego. O Indicador de Evolução do Emprego Industrial manteve-se abaixo da linha divisória dos 50 pontos, situando-se em 44,3 pontos em julho frente aos 42,3 pontos de junho.

Seguindo a mesma linha de melhoria no quadro, a Utilização da Capacidade Instalada (UCI) subiu de 38,9 para 44,3 pontos em julho. Apesar do crescimento de 5,4 pontos na diminuição da capacidade instalada, o índice revela que a indústria do DF ainda opera abaixo da capacidade usual, indicando que a dimensão da recuperação da produção da indústria do DF ainda não foi suficiente para elevar o nível de emprego e a UCI.

Segundo a Assessoria Econômica da Fibra, a leve recuperação da indústria do DF se deve a um movimento normal de expansão de produção, que ainda é pontual e que deve ser observado nos próximos meses para que se constitua uma tendência que consistente capaz de elevar a UCI e o nível de emprego na indústria local.

Expectativas positivas

O industrial revelou um cenário otimista para a indústria do DF nos próximos seis meses. Todos os quatro índices que compõem os Indicadores de Expectativas estão acima da casa dos 50 pontos, com destaque para as Perspectivas para de Demandas por Produtos, com 65,7 pontos e as Perspectivas para Quantidade Exportada, que atingiram 62,5 pontos.

A sondagens industriais podem ser baixadas no link:http://www.sistemafibra.org.br/fibra/produtos-e-servicos/pesquisas-economicas/sondagem-industrial

Fonte: Fibra

“Minha Casa Melhor” já distribuiu mais de R$ 1 bilhão para famílias cadastradas

Desde junho deste ano, o programa Minha Casa Melhor já deu R$ 1 bilhão em crédito para mais de 220 mil famílias comprarem móveis e eletrodomésticos.

O financiamento é oferecido às pessoas que já são contempladas pelo Minha Casa Minha Vida e faz com que elas comprem esses objetos que deixam a casa mais confortável.

Cada família tem direito a um cartão com o valor de R$ 5.000 de crédito para comprar aquilo que deseja. Porém, a presidente fez um alerta para as pessoas que ganham o benefício, dizendo que “ninguém precisa gastar tudo de uma vez só”.

— Pode comprar aos poucos, pensar bem. As famílias têm um ano para usar esse crédito e podem fazer as compras sem afobação.

Fragilidade de rivais e alta na popularidade indicam cenário favorável para reeleição de Dilma

Os produtos e eletrodomésticos podem ser comprados com o credito do programa nas treze mil lojas credenciadas. Implantado há dois meses, o programa já atingiu um bilhão de reais financiados.

Para Mário Ferreira Neto, diretor de cartões da Caixa Econômica Federal, o importante é que a pessoa planeje bem suas compras.

— O que a gente pede é que a pessoa analise bem, veja qual é a sua necessidade, se planeje e tire o valor que melhor se adeque ao seu orçamento.

Nesta segunda-feira (2), a presidente Dilma Rousseff disse que além de dar mais conforto para as famílias, o minha casa melhor movimenta a economia.

— O “Minha Casa Melhor” significa mais conforto para as famílias e também mais produção, mais investimento para a nossa indústria, para poder produzir todos esses móveis e todos esses eletrodomésticos que o pessoal está comprando.

De acordo com a presidente, a Caixa já recebeu mais de 3 milhões de ligações de pessoas que querem saber mais sobre o programa e também ser contempladas com o Minha Casa Melhor.

Fonte: R7

Dólar, indústria e inflação indicam ritmo da economia

A semana começa com uma pergunta: quanto tempo mais o dólar vai resistir ao programa de vendas adotado pelo Banco Central há dez dias? Afinal, são US$ 500 milhões por dia no mercado de derivativos, mais US$ 1 bilhão de linhas externas às sextas-feiras.

Agosto foi o quarto mês seguido de alta da moeda americana. Em todo o ano passado, o real sofreu desvalorização de 15%. Só de maio para cá, a divisa brasileira acumula perda de quase 20%.

Do Oiapoque ao Chuí já se sabe que o dólar está em fase de recuperação por causa da retomada do crescimento nos EUA. Por isso, está subindo frente à maioria das moedas do mundo, principalmente às dos países emergentes. Pode começar agora em setembro a redução dos estímulos feitos pelo BC americano, o que deve manter a volatilidade do câmbio.

O Brasil vem se destacando entre os mais prejudicados com a alta do dólar porque o investidor tem cobrado um pouco mais do país em função da desconfiança na condução da política econômica. O dólar mais caro ajuda a indústria exportadora, colabora para um equilíbrio das contas externas – já que fica proibitivo gastar a rodo no exterior ou aumentar importações com esse preço. Mas o repasse para inflação é, em alguma medida, inevitável.

Estima-se que para cada 10% de desvalorização do real, o IPCA ganha 0,5 ponto percentual. Antes de alterar os preços dos produtos, as empresas esperam um tempo para saber se o novo patamar do dólar vai mesmo se fixar lá no alto e se há intenção de consumo para sustentar um reajuste dos preços sem prejudicar muito as vendas. Não é esse o cenário que estamos vivendo hoje.

Se a atividade econômica estiver mesmo perdendo força neste terceiro trimestre, principalmente nos setores de serviços e no varejo, reajustar valores pode ser um tiro no pé.

A agenda da semana tem dois dados importantes para encaixar mais peças no quebra-cabeças do quadro da economia brasileira. O IBGE divulga a produção industrial de julho que deve aparecer descendo a montanha-russa em que ela está neste ano. As expectativas são de um resultado negativo, de até 2%, depois de subir quase isso em junho. Também do IBGE vamos conhecer o IPCA de agosto, que deve ficar entre 0,20% e 0,30%.

Para completar o enredo, o BC divulga a ata da última reunião do Copom que decidiu pela alta dos juros para 9% ao ano. Para adiantar o que pode vir nas entrelinhas e nos recados do comitê é preciso ser bom em adivinhar o que pode sair da cabeça de um juiz ou de bumbum de neném.

Fonte: Portal G1

4º Congresso Moveleiro e 7º Seminário Moveleiro Paraense

Conheça a programação do 4º Congresso Moveleiro e o 7º Seminário Moveleiro Paranaense, que acontece nos dias 25 e 26 de setembro, em Curitiba-PR. O evento tem o objetivo de impulsionar o crescimento econômico do setor moveleiro, utilizando a competitividade como componente estratégico para o fortalecimento industrial.

 

Serviço:

Local: Campus da Indústria

Endereço: Av. Comendador Franco, 1.341 – Jardim Botânico – Curitiba/PR

Informações: (41) 3271-9044

 

Programação:

1º Dia

25/09/2013    

9h

CREDENCIAMENTO

 

9h30

às

10h

ABERTURA

 

10h

às

11h

Mercado e Consumo / Leitura das Macro Tendências

por

Sarah Albrecht (Jornalista e Analista de Relações Internacionais)

 

11h

às

18h

RODADA DE NEGÓCIOS NACIONAL E INTERNACIONAL

 

11h15

às

12h15

Desafios para o Chão de Fábrica

por

Renato Bernardi (Mestre em Engenharia de Materiais do Centro Tecnológico do Mobiliário Senai/Cetemo/RS)

 

12h15

às

14h

INTERVALO

 

14h

ás

15h

Automação – Acesso para todos os Fabricantes

por

Tiago Rodrigo da Silva Costa (Gerente de Marketing da Tecmatic)

 

15h15

às

16h15

Qualidade de vida – Aumento da Produtividade

por

Luciano Nadolny (Analista do SESI/PR)

 

17h15

às

18h15  

Case Senai (mesa redonda)

por

Carlos Souza (Editor da Revista RG Móvel)

 

18h15

às 19h15

Mídias Sociais e seus impactos para a Indústria Moveleira

por

Manuel Saez (Diretor de Design da Oppa Design)

     

2º Dia

26/09/2013

  

9h30

às

10h

CREDENCIAMENTO

 

10h

às

11h

Perspectivas Globais para o Setor Moveleiro

por

Suzana Fontenelle (Analista de Mercado da Euromonitor)

 

11h

às

18h

RODADA DE NEGÓCIOS NACIONAL E INTERNACIONAL

 

11h15

às

12h15

Estratégias de Negócios para Indústria Moveleira

por

Gilmar Barboza (Diretor da Forward Consultoria)

 

12h15

às

14h

INTERVALO

 

14h

às

15h

Cenário de Competitividade para a Indústria Moveleira

por

Nilson Carlos Stefani Violato (Gerente do Senai/PR)

 

15h15

às

16h15

Design de Experiência

por

Iuri Coutinho de Alencar (Senai – Centro Internacional de Inovação)

 

17h15

às

18h15

Normalização e Certificação no Setor Moveleiro

por

Eugênio Guilherme Tolstoy de Simone (Diretor Técnico da ABNT)

 

18h15

às 19h15

Simbiose Industrial para o Setor Moveleiro

por

James Woodcock (Gerente de Operações da International Synergies Limited)

ForMar 2013

A ForMar 2013 – Feira da Revenda e da Marcenaria – nasce forte e já conhecida do mercado de marcenarias e revendas de todo o Brasil. O evento, que reúne ações lúdicas e de interações com tecnologia de ponta e tendências para a fabricação de móveis sob medida, já soma 5 edições de sucesso, como evento simultâneo à ForMóbile – Feira Internacional de Fornecedores da Indústria Madeira e Móveis.

Data: de 17 a 19 de outubro de 2013

Local: Centro de Exposições Imigrantes

Perfil: Feira profissional, direcionada a marceneiros, revendas e profissionais envolvidos com a fabricação de móveis sob medida.

Palestras ForMar

A ForMar 2013 vai contar com palestras focadas no conteúdo técnico e gerencial, envolvendo técnicos e produção, marceneiros profissionais, empresários e consultores dos ramos de gestão e administração. Nas próximas semanas você vai conhecer toda a grade de temas, palestrantes e informações para fazer sua inscrição!

Marcenaria Modelo

Um dos destaques da ForMar 2013 é a Marcenaria Modelo. Trata-se de uma marcenaria real em funcionamento dentro da feira, onde os visitantes poderão ver, na prática, conceitos práticos de produção moveleira. Serão abordados temas como “Layout de Marcenaria”, “Fluxo de Materiais”, “Desenho e Desenvolvimento de Produtos”, “Planejamento de Cortes”, “Tecnologias e Otimização de Produção”, além de outros assuntos focados no dia-a-dia da marcenaria.

Toda a apresentação e condução da Marcenaria Modelo será de responsabilidade do Senai. O mobiliário que será produzido é um roupeiro, que será doado à AACD (Associação de Assistência à Criança Deficiente) de São Paulo (SP).

O móvel foi escolhido para também permitir que os instrutores do Senai expliquem diversas etapas de produção aos visitantes da feira.

A Marcenaria Modelo vai contar com máquinas, equipamentos, matérias-primas, ferragens e softwares de expositores do evento, todas 100% focadas na produção das marcenarias.Conheça aqui as empresas participantes!

Toda a ação tem três objetivos principais:

– Demonstrar a eficácia da integração entre equipamentos de ponta, tecnologia e conhecimento técnico

– Promover o contato direto com máquinas e equipamentos

– Apresentar novas técnicas de operação fabril, gestão industrial e design

Inscrições

  • Não há qualquer custo para participar das apresentações da Marcenaria Modelo.
  • É preciso apenas fazer a inscrição para o evento, no balcão de informações da Marcenaria Modelo, durante a ForMar. Mas é bem importante fazer sua inscrição assim que chegar à feira, pois são apenas 30 vagas que serão preenchidas por ordem de chegada.
  • As apresentações serão realizadas as 14hs e as 17hs dos dias 17, 18 e 19 de outubro, com duração de cerca de 1:30 min.

Governador assina regulamentação do programa IDEAS Industrial

O governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz, assinou na manhã de hoje (27/8) o decreto que regulamenta a lei criadora do “Financiamento Industrial para o Desenvolvimento Econômico de Atividades Sustentáveis”, o IDEAS Industrial. A assinatura aconteceu no edifício-sede da Federação das Indústrias do Distrito Federal (Fibra).

O IDEAS Industrial tem por objetivo promover o desenvolvimento econômico de atividades sustentáveis do Distrito Federal, por meio da ampliação da capacidade da economia local na produção e distribuição de bens e serviços na geração de emprego e renda, com foco no setor industrial.

Poderão se beneficiar com recursos do programa, empresas que desenvolvam atividades nos setores de indústria e logística. Com taxa de juros de 1,2% ao ano, o IDEAS Industrial concederá financiamento a projetos destinado a instalações, capital de giro e produção. O limite do financiamento será de até 13% do faturamento bruto mensal da empresa solicitante, com pagamento que pode estender-se a 360 meses.

“Estão disponíveis imediatamente para este ano R$ 40 milhões, mas existem novos fluxos financeiros que devem ser incorporados a essa conta”, enfatizou o secretário de Desenvolvimento Econômico DF, Gutemberg Uchôa. Os financiamentos serão divididos em dois níveis: projetos de até R$ 1 milhão e de projetos com valores superiores a esse, com recursos vindos do Fundo de Desenvolvimento do Distrito Federal (Fundefe) e gerenciados pelo BRB.

Para o pagamento das parcelas, deverão ser depositados, mensalmente, no BRB, 10% do valor liberado, em caução de títulos de emissão do próprio banco, que pode ser substituída por garantia hipotecária de, no mínimo, 125% do valor do financiamento concedido.

O presidente da Fibra, Antônio Rocha, frisou a importância da assinatura da regulamentação do IDEAS Industrial como um marco no desenvolvimento do Distrito Federal, com um conjunto de ações que foram pensadas especificamente para a indústria local. “O IDEAS Industrial garante segurança jurídica ao empresário, abrindo portas para novos investimentos industriais no DF e cria condições crescimento da participação da indústria no PIB local, promovendo no futuro aumento no nível de emprego e de desenvolvimento da região”, reiterou Rocha.

Compareceram também ao evento o vice-governador do DF, Tadeu Filippelli, Tadeu secretários de Fazenda, Adonias Santiago, e de Assuntos Estratégicos, Newton Lins; o presidente do BRB, Paulo Evangelista, além de outras autoridades.

Pontos fundamentais

O programa IDEAS Industrial tem alguns pontos fundamentais em seu texto:

– O IDEAS é segmentado, atendendo especificamente as necessidades da indústria do Distrito Federal. Os demais ramos do setor produtivo, como os setores de comércio e serviços, têm demandas diferentes das da indústria, fazendo com que programas de tratamento unificado não reflitam na indústria os efeitos esperados;

– Os projetos de implantação terão o Projeto de Viabilidade Técnico-Econômico-Financeira avaliado pelo Conselho de Gestão para o Financiamento ao Desenvolvimento Econômico e Sustentável. Este conselho fará a análise das vocações, das prioridades e dos fatores estratégicos para concessão de financiamento na modalidade de fomento. Esta avaliação é fundamental para construção de uma cadeia produtiva que se sustente, com diversos braços dela instalados no DF;

– Os financiamentos serão autorizados por meio de resolução específica, e serão destinados a projetos de instalação de novas plantas; capital de giro; produção; importação de matérias-primas, equipamentos e produtos semielaborados ou intermediários.

Fonte:http://www.sistemafibra.org.br/fibra/sala-de-imprensa/noticias/773-governador-agnelo-assinou-hoje-decreto-regulamentador-do-ideas-industrial