Sindimam alerta associados sobre o conhecimento da Convenção Coletiva do Trabalho 2012/2013

 

O Sindicato das Indústrias da Madeira e do Mobiliário do DF alerta os associados sobre a importância de ter total conhecimento do conteúdo que compõe a Convenção Coletiva de Trabalho 2012/2013. O documento obteve registro no Ministério do Trabalho e Emprego, no dia 05/07, e abrange vigor ao segmento moveleiro distrital.

 

Todas as cláusulas são de suma importância, no entanto, a assessoria jurídica do Sindimam ressalta a Cláusula Décima Primeira – Seguro de Vida, Acidentes Pessoais e Auxílio Funeral, bem como às Cláusulas nona e décima que abordam sobre o vale transporte.

 

Para facilitar a leitura, segue abaixo as Cláusulas citadas:

 

CLÁUSULA NONA – TRANSPORTE GRATUITO

 

Ficam os empregadores obrigados a fornecer o transporte gratuito, na

hipótese em que o empregado for prestar serviço externo, fora da sede da empresa.


CLÁUSULA DÉCIMA – TRANSPORTE/VALE-TRANSPORTE

Ficam os empregadores obrigados a fornecer o transporte a seus empregados, em dinheiro ou mediante vale-transporte (Lei nº 7.418 de 16/12/85) entre o local de sua residência e do trabalho, e vice-versa, podendo descontar o percentual de 5% (cinco por cento) do salário base.

 

Seguro de Vida


CLÁUSULA DÉCIMA PRIMEIRA – SEGURO DE VIDA, ACIDENTES PESSOAIS E AUXÍLIO FUNERAL


As empresas contratarão, gratuitamente, um Seguro de Vida e Acidentes Pessoais em Grupo em favor de todos os seus empregados, com a indenização por morte natural ou decorrente de acidente de trabalho, com lesões permanentes e/ou redução da capacidade de trabalho, com as seguintes coberturas mínimas:

 

I – R$ 10.000,00 (dez mil reais), em caso de morte do empregado por qualquer causa, independentemente do local ocorrido, exceto a morte quando provocada (suicídio) ou homicídio doloso que o autor ou co-autor do crime seja beneficiário do segurado,

 

II – R$ 10.000,00 (dez mil reais), em caso de invalidez total ou parcial por acidente, independentemente do local ocorrido,

 

III – R$ 10.000,00 (dez mil reais), em caso de invalidez total ou parcial, por doença adquirida no exercício profissional,

 

IV – R$ 5.000,00 (cinco mil reais), em caso de morte do cônjuge do empregado, exceto a morte quando provocada (suicídio) ou homicídio doloso que o autor ou co-autor do crime seja beneficiário do segurado,

 

V – R$ 1.000,00 (hum mil reais), em caso de morte de cada filho do empregado menor de 18 anos ou economicamente dependente do segurado, limitando-se a 4 (quatro) filhos, exceto a morte quando provocada (suicídio) ou homicídio doloso que o autor ou co-autor do crime seja beneficiário do segurado.

 

§ 1º – As empresas satisfarão o pagamento das indenizações previstas nesta Cláusula por meio de Apólice de Seguro em Grupo, ficando a seguradora responsável pela análise do sinistro e pelo pagamento correspondente, sem qualquer ônus para o empregador.

 

§ 2º – Além das coberturas acima previstas, a Apólice de Seguro de Vida em Grupo deverá contemplar uma cobertura para auxílio funeral, no valor mínimo de R$ 2.500,00, em caso de falecimento do segurado, cônjuge e filhos menores de 18 anos ou economicamente dependente do segurado.

 

§ 3º – A partir do valor mínimo estipulado e das demais condições constantes do “caput” desta cláusula, ficam as empresas livres para pactuar com os seus trabalhadores outros valores para concessão do seguro, bem como a existência ou não de subsídio por parte da empresa e a efetivação ou não de desconto no salário do trabalhador, o qual deverá incidir, se for o caso, apenas na parcela que exceder ao limite acima estipulado.

 

§ 4º – Caso o Empregador não faça o Seguro constante no caput desta Cláusula, fica responsável em arcar com o valor correspondente.

Treinamento Procompi propicia aperfeiçoamento das técnicas de venda ao setor moveleiro

O segmento moveleiro associado ao Sindimam desfrutou, nos dias 03 e 04 de outubro, de uma das etapas finais do treinamento do Programa de Apoio à Competitividade das Micro e Pequenas Indústrias – Procompi 2012. Na ocasião, o tema em foco foi “Marketing & Vendas”.

O Procompi é realizado em parceria entre o Serviço de Apoio às Pequenas e Médias Empresas do Distrito Federal – Sebrae/DF, a Confederação Nacional da Indústria – CNI, a Federação das Indústrias do DF – FIBRA e o Sindicato das Indústrias da Madeira e do Mobiliário do DF – Sindimam. 

Treinamento Procompi - Técnica de vendas

De acordo com o palestrante que ministrou o conteúdo, Paulo dos Santos Filho, é preciso descentralizar a mentalidade do empresário que trabalha com foco apenas na produção e investir mais no planejamento estratégico de vendas. “Os empresários precisam entender que a venda é a maior responsabilidade da empresa, pois esse encadeamento de ações e de comprometimentos que garante o giro da empresa”, explica o Palestrante. 

Na apresentação, os associados receberam orientação sobre: estratégias de abordagem, identificação de demanda, priorização da venda consultiva, entre outras ações de organização, marketing e planejamento que fazem a diferença no faturamento da empresa.

Para Wilson Soares da Consolação, da empresa Nova Forma Interiores, o ponto principal do Treinamento Procompi, foi o modelo de organização estruturado que poderá ser aplicado de imediato na empresa. “Essa organização é fundamental para mensurar inclusive um diagnóstico de lucros e despesas da empresa, para efetivar essa nova cultura de trabalho estou participando do treinamento com dois funcionários da empresa”, explica o Empresário.

Já Gilmar Vicente de Souza, da empresa Stock Interiores, garante que todo o conteúdo apresentado pelo Palestrante foi aproveitável. “O aprendizado é muito importante para efetivar o desenvolvimento inclusive das microempresas, no quesito planejamento estratégico de vendas. O Sindimam está sempre se superando em promover iniciativas como essa”, completa o Associado. 

Fonte: Michelle Rocha Calazans / Assessoria de comunicação do Sindimam 

Ponto eletrônico passa a valer para microempresas

As empresas com mais de dez funcionários precisam ficar atentas para a nova determinação do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) sobre o ponto eletrônico. As novas regras atingem mais de 6 milhões de micro e pequenas empresas, que totalizam 99% dos negócios do País, segundo dados do Sebrae e Dieese, entre 2000 e 2011. Alan Balaban, advogado e sócio do escritório Braga e Balaban Advogados, explica que o modelo manual pode, sim, ser utilizado ou até mesmo outros sistemas alternativos. No entanto, no caso da empresa já adotar um sistema eletrônico, a Portaria 1.510/2009 recomenda que sejam usados os equipamentos autorizados pelo MTE, dentro do Registro Eletrônico de Ponto, o REP. Isso é possível desde que haja uma autorização via convenção ou acordo coletivo dos funcionários. Mesmo com essa garantia, essas empresas ainda correm o risco de serem autuadas pelo MTE se o órgão entender que o controle eletrônico usado não poderá ser mantido. Por essas contrariedades, Balaban critica a decisão por não trazer qualquer inovação ao dia a dia das companhias e ainda trazer uma decisão confusa. Ele alerta que portaria não é lei, portanto, ela serve apenas para orientar.

JC Contabilidade – As micro e pequenas empresas precisam se adaptar ao novo ponto eletrônico. Quais são as vantagens dessa determinação?

Alan Balaban – A principal vantagem das pequenas, médias e grandes é a possibilidade de comprovar, de forma contundente, a real jornada de trabalho de seu funcionário, visto que, por diversas vezes, em processos judiciais, os empregados alegam jornadas absurdas e muitas empresas não possuem qualquer meio de prova para combatê-las. Em face da mudança efetiva, apenas o meio de controle da jornada sofre alteração. As empresas que já trabalham com ponto eletrônico devem adotar o procedimento padrão. As que não adotam não estão obrigadas a utilizá-los, entretanto, se resolverem utilizá-lo, devem seguir o padrão do MTE.

Contabilidade – O relógio manual ou mecânico não deve mais ser usado?

Balaban – Os relógios manual e mecânico podem ser usados sem problema algum. O que não pode é mudar o controle pelo Registo Eletrônico de Ponto (REP) após voltar a utilizar outra forma de controle da jornada. Se uma determinada empresa resolve controlar sua jornada por relógio de ponto manual e não usar o REP, não há problema algum, visto que a lei permite essa prática. A ideia da portaria é de modernizar e dar uma credibilidade maior ao controle. Entretanto, não há qualquer obrigação para a utilização de outro ponto eletrônico.

Contabilidade – E para o trabalhador, qual é a segurança real?

Balaban – O funcionário terá em mãos o comprovante diário de trabalho, visto que toda vez que marcarem entrada e saída poderão ter uma cópia da jornada de trabalho realizada. Além disso, qualquer divergência poderá ser resolvida de imediato e não dependerá de terceiros ou de certo tempo para que seja sanada.

Contabilidade – Com a Portaria nº 373, que dispõe sobre a possibilidade de adoção pelos empregados de sistemas alternativos de controle de jornada, como os funcionários devem se organizar?

Balaban – A portaria dispõe sobre a marcação da jornada de trabalho de forma alternativa. Os funcionários, junto aos seus representantes, os sindicatos, devem procurar uma forma de controle da jornada e propô-la aos empresários por meio de convenção ou acordo coletivo.

Contabilidade – Por que essa determinação foi tantas vezes postergada?

Balaban – Sou completamente contrário à forma como o MTE impôs o uso do REP. Em primeiro lugar, destaca-se que o uso de tecnologia no ambiente de trabalho é positivo e faz parte da evolução do homem, da sociedade e da própria relação de trabalho. Porém, deve-se ter parcimônia e muito cuidado em sua utilização. Não pode uma portaria impor regras, ou melhor, ditar regras. O correto seria que a portaria apresenta-se, de forma clara e objetiva, como e para que o ponto eletrônico deve ser utilizado, quando e em quais situações etc. Assim, cada companhia estaria livre para desenvolver sua tecnologia dentro das regras do MTE e, ainda, o mercado teria diversos concorrentes para apresentar soluções. Agora, impor a empresa X ou Y que estão “credenciadas” para implementar o REP não me parece uma saída justa ou até mesmo lícita para resolver a forma de controle de jornada de trabalho. Em segundo lugar, a forma como o atual REP é imposto, não leva em consideração aspectos tão discutido como o ambiente. O gasto com papel será tamanho que muitas empresas terão que gastar importâncias astronômicas para satisfazer a vontade do MTE e, por consequência lógica, esse valor será repassado à sociedade. Por fim, do aspecto constitucional e legal, deve-se destacar que a legislação ordinária está acima de qualquer portaria e deve ser questionada perante o Poder Judiciário sobre sua validade e eficácia.

Contabilidade – As pequenas empresas estão preparadas para essa nova modalidade de controle de horas?

Balaban – Preparadas estão, visto que se têm acima de dez funcionários, já apresentam alguma forma de controle. O grande problema é o custo, visto que qualquer aparelho cadastrado não custará menos do que R$ 3.000,00, além da implementação, treinamento e manutenção. O problema é a viabilidade econômica e a real necessidade de sua utilização.

 

Dirigentes e Associados do Sindimam visitam Condomínio Industrial em Senado Canedo (GO)

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Simples e funcional. Foi com essa receptividade que os dirigentes e associados do Sindimam conheceram, no dia 20/09, o Condomínio Industrial, do município Senador Canedo, em Goiás. A visita técnica foi promovida pelo Sindimam, com o apoio do Senai-DF e do Sebrae-DF. Além de conhecer de perto a estrutura do Condomínio Industrial, o Sindimam vislumbra a possibilidade de inserir o mesmo perfil em Brasília, para promover o desenvolvimento do setor moveleiro distrital e, automaticamente, movimentar a economia da Capital Federal.


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O maior ganho dos empresários do setor moveleiro distrital em investir no Condomínio industrial é reduzir custos, por meio do compartilhamento de despesas comuns direcionadas aos funcionários, como: restaurante, creche, área de lazer com salão multiuso, quadra polivalente e campo de futebol, centro médico, centro odontológico, biblioteca, sala com acesso à internet, segurança 24h, equipe de Recursos Humanos, central de resíduos, entre outras características que são realidade no Condomínio Industrial de Goiás.

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No caso do Condomínio Industrial de Senador Canedo, uma área de 132 mil metros² foi dividida para 10 empresas. O investimento partiu do governo federal, estadual e municipal, no que tange a doação do terreno e apoio com parte da urbanização do local. Além do investimento dos empresários na estrutura das fábricas, que terão um formato padronizado. A ideia para concretização do Condomínio Industrial surgiu há cinco anos, mas as obras iniciaram há um ano e meio. Já a operacionalidade de algumas empresas iniciarão em outubro deste ano e a operacionalização integral das 10 empresas será viabilizada em novembro de 2013.


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Segundo informa o presidente do Polo moveleiro de Goiás, Harley de Oliveira Paiva, “para concretizar o Condomínio Industrial foi preciso de muita garra e investimento dos empresários que acreditaram na ideia. Hoje que o Condomínio já é uma realidade, existe até fila de empresas esperando algum empresário desistir para fazer parte do Condomínio”, afirma Paiva.


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Cerca de 100% dos empresários do Sindimam que participaram da visita técnica ao Condomínio Industrial sinalizaram parecer favorável sobre a implantação do Condomínio em Brasília, muitos inclusive já confirmaram interesse em participar do polo moveleiro, caso a ideia ganhe corpo na Capital Federal, como é o caso do Sr. Jean Carlos da Silva Santos, da empresa Jeflam Design. “A iniciativa do Sindimam foi muito positiva em promover essa visita técnica para que possamos expandir as possibilidades de desenvolvimento no setor moveleiro do DF. Eu já tinha tido até a ideia de unir com outros empresários para compra coletiva, com foco justamente na redução de custos”, diz.

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O Presidente do Sindimam, José Maria de Jesus garantiu que, “após conhecer o perfil do Condomínio Industrial, o Sindimam tentará sensibilizar o governo do DF para investir nesse projeto em Brasília, por meio da doação do terreno e injeção financeira, com foco na geração de emprego e renda no DF”, completa.


Fonte: Michelle Rocha Calazans / Assessoria de Comunicação do Sindimam

Dinâmica em grupo integra o encerramento do 3º Treinamento Procompi 2012

Treinamento SindimamFoi encerrado no dia 13/09, o 3º Treinamento do Programa de Apoio à Competitividade das Micro e Pequenas Indústrias – Procompi 2012. O treinamento direcionado ao setor moveleiro associado ao Sindicato das Indústrias da Madeira e do Mobiliário do DF – Sindimam – foi iniciado em primeira etapa nos dias 04 e 05/09 e obteve continuidade nos dias 11, 12 e 13/09, na segunda etapa, sob o título “Adequação do Processo Produtivo com ferramentas do Lean Manufacturing”.

 

O Treinamento foi idealizado em parceria entre o Serviço de Apoio às Pequenas e Médias Empresas do Distrito Federal – Sebrae/DF; a Confederação Nacional da Indústria – CNI; a Federação das Indústrias do DF – FIBRA e o Sindimam.

 

Na segunda etapa do Treinamento, o palestrante José Adriano Festa, Consultor credenciado do Sebrae-DF, focou na construção do fluxo de valor da empresa para que os profissionais presentes possam identificar as perdas reais e individuais de cada empresa, para a partir daí elaborar um plano de melhoria e desenvolver uma melhoria continua nos processos. “Com o 3º Treinamento Procompi, em curto prazo, foi possível identificar, em consenso, a dificuldade de locomoção das peças e armazenamento de materiais. Em médio prazo, teremos a readequação do fluxo de layout do processo de produção, para assim, em longo prazo desenvolver um grupo que garanta a melhoria continua dentro da empresa”, explica.

 

A associada ao Sindimam, Sandra Costa, da Empresa Kabala Móveis, afirma que o treinamento fará a diferença no processo de produção da Empresa. “No meu caso em específico, comecei a trabalhar com meu pai e tudo o que aprendi foi na prática e por meio do Treinamento Procompi foi possível identificar muitos erros que poderão ser evitados daqui para frente. Construiremos uma nova metodologia de trabalho após esse treinamento, até porque dois profissionais também estão participando para estimular o trabalho”, afirma Sandra.

 

Opinião compartilhada também o empresário Juarez Muniz de Souza, da fábrica JM de Souza. “Entre os principais pontos abordados no 3º Treinamento Procompi, adequarei na empresa as dicas práticas no que corresponde ao armazenamento de peças. Todas as orientações são muito ricas para aplicar no cotidiano profissional”, garante Souza.


Fonte: Michelle Rocha Calazans / Assessoria de comunicação do Sindimam

Sindimam flexibiliza horário de atendimento da assessoria jurídica aos associados

Ass. jurídicaO Sindicato das Indústrias da Madeira e do Mobiliário do DF –Sindimam, completa, neste mês de setembro, seis meses de assessoria e consultoria jurídica destinadas aos associados e flexibiliza o atendimento em casos de emergência.

Hoje, a orientação sobre qualquer dificuldade de natureza jurídica é realizada pela advogada Dra. Hudimila Nunes Nascimento, presencialmente na sede do Sindicato ou por telefone, das 14h às 18h. A partir de agora, os casos de emergência jurídica serão atendidos em período integral, nos telefones (61) 9129-0765 / 8176-8000 / 8562-7617.

A diretoria e o jurídico do Sindimam agradecem todos os associados que já tiveram acesso à assessoria e demais serviços jurídicos oferecidos, pela confiança desenvolvida ao longo deste período e convida todos os associados que ainda não desfrutaram do atendimento. A nova medida tem por objetivo garantir maior conforto para os associados e agilidade nos processos em andamento.

Fonte: Michelle Rocha Calazans / Assessoria de comunicação do Sindimam

Sindimam promove visita técnica à Condomínio Industrial no Goiás

 
O Sindicato das Indústrias da Madeira e do Mobiliário do DF realizará, no dia 20/09, uma Visita Técnica ao Condomínio Industrial, localizado no Goiás. O objetivo é conhecer o funcionamento e estrutura do projeto para adaptá-lo no Distrito Federal ou região que faça divisa entre DF e Goiás, como a cidade Santo Antônio do Descoberto (GO), por exemplo.

O Sindimam oportunizará a participação de dois profissionais por empresa associada à visita. A Caravana sairá às 7h30, do Senai de Taguatinga, com previsão para retorno à Brasília às 16h.

Vislumbrando maior desenvolvimento do setor moveleiro no DF, o Sindimam acredita que o modelo de trabalho existente no Condomínio Industrial facilitará alguns benefícios, em conjunto, para os funcionários. “Com o  condominio industrial, as empresas otimizarão os custos como refeitório , salas de treinamento , biblioteca , ambulatorio medico, empilhadeira para carga e descarga de matéria prima , manutenção de maquinas e equipamento, sem contar com a segurança e que as empresas estar em um só lugar com  toda a infra estrutura”, explica o Presidente do Sindimam, José Maria de Jesus.  

Visita Técnica ao Condomínio Industrial em Goiás
Data: 20/09/2012
Horário: 07h30
Local para saída: Senai Taguatinga
Horário de retorno: 16h
Informações: (61) 3234-3863 / 9104-2563

Fonte: Michelle Rocha Calazans / Assessoria de Comunicação do Sindimam

Sindimam, Fibra, CNI e Sebrae-DF promovem nova etapa do 3º Treinamento Procompi 2012

 

Cerca de 60 associados do Sindimam participaram, nos dias 04 e 05/09, da 1ª Etapa do 3º Treinamento do Programa de Apoio à Competitividade das Micro e Pequenas Indústrias – Procompi 2012, na Federação das Indústrias do DF – FIBRA. No treinamento, o tema escolhido foi: “Adequação do Processo Produtivo com ferramentas do Lean Manufacturing”. A 2ª Etapa do treinamento será realizada nos dias 11, 12 e 13/09, na FIBRA.


O Procompi é conveniado em parceria entre o Serviço de Apoio às Pequenas e Médias Empresas do Distrito Federal – Sebrae/DF; a Confederação Nacional da Indústria – CNI; a Federação das Indústrias do DF – FIBRA e o Sindicato da Indústria da Madeira e do Mobiliário do DF – Sindimam.

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Nessa primeira etapa, o palestrante José Adriano Festa, Consultor credenciado do Sebrae-DF destaca que, “o objetivo principal foi apresentar as técnicas e conceitos para aperfeiçoar o processo de produção na empresa, de forma mais ágil e prática. Já na 2ª Etapa do Treinamento, serão apresentadas aplicações práticas dos desses conceitos, para transpassar melhor o conteúdo base”, explica.


Entre os participantes, o Sr. Alissom Cavalcante, da empresa Móveis Dares, acompanhou o treinamento com outros dois profissionais da empresa. “Esse treinamento irá incentivar e nortear o trabalho na empresa. É fundamental essa oportunidade gerada pelo Sindimam para termos acesso ao conteúdo que incidirá diretamente na rotina profissional”, garante o Sr. Cavalcante.

Participando pela primeira vez, o sr. Bruno Costa Soares, da Empresa Premiere chegou acompanhado de quatro funcionários da área administrativa da empresa (produção e gerenciamento) para propiciar o impacto efetivo do conteúdo do treinamento. “É possível observar as falhas e aprender sobre desperdício de tempo, corte, colagem e montagem para agilizarmos a produção existente na fábrica hoje, além de oferecer produtos com maior qualidade”, afirma.


A Sra. Mara Evangelista, da empresa Arcoplan, prioriza toda capacitação promovida pelo Sindimam. “Para esse 3º Treinamento, estamos com 11 profissionais presentes para acompanhar de perto o conteúdo e transformar o aprendizado em motivação diante à demanda da empresa. A ideia é mudar a concepção e comportamento profissional em todas as etapas de produção, hoje nossa maior dificuldade é no processo de finalização da peça, na montagem. Acredito que o aprendizado proporcionará maior consciência na hora de entregar a peça ao cliente”, completa. 

Fonte: Michelle Rocha Calazans / Assessoria de Comunicação do Sindimam

Parceria entre Sindimam e Sebrae-DFgarante qualificação profissional às empresas associadas

Foi encerrado, no dia 31 de agosto, o curso de Técnicas de Venda direcionado para as empresas filiadas ao Sindimam. Durante cinco dias, o curso promovido pelo Sindimam em parceria com o Sebrae-DF proporcionou a compreensão dos caminhos e estratégias de vendas, por meio de técnicas práticas e dinâmicas, no Sebrae-DF, localizado no Setor de Indústrias e Abastecimentos.

Os profissionais presentes desfrutaram de todos os passos doprocesso de venda, partindo desde a história da profissão do vendedor, passando pelo momento de negociação e fechamento da venda até o pós-venda.

Cinco profissionais da empresa Fiamoncini Comércio de MóveisLtda, participaram do curso, explica a gerente Irani Fiamoncini. “Todos os funcionáriosda empresa apresentaram satisfação em relação ao conteúdo empregado. Iniciativas como as que o Sindimam promovem sempre são bem-vindas, pois contribui para o crescimento da empresa”, explica.

O gerente financeiro, André Elifas Vieira, da Empresa Flex deckdo Brasil Ind. e Com. Ltda. – EPP garantiu que o aprendizado absorvido readequará algumas ações dos clientes, além de reduzir custos e aumentar a produtividade. “Curso enriquecedor como esse, deveria acontecer de forma continua, como um cronograma fixo, pois a capacitação precisa acompanhar a mudança de legislação e o perfil dos clientes”, afirma.

De acordo com o presidente do Sindimam, José Maria de Jesus, oSindimam trabalha efetivamente para oferecer o desenvolvimento das empresasassociadas. “Esse mesmo curso já foi ofertado outras vezes para os associados,agora reciclado, para atender novas demandas de mercado”, completa o Presidentedo Sindimam