Mostra Salão Design – Retrospectiva integra a programação do evento Rio+Design

A mostra Salão Design – Retrospectiva estará presente no Centro Carioca de Design, de 16 de novembro a 6 de dezembro, e terá abertura oficial dia 18, às 19 horas, com a palestra do designer gaúcho Nelson Ivan Petzold.
O evento Rio + Design é uma ação realizada pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Energia, Indústria e Serviços (SEDEIS) e pelo Grupo Consultivo de Design do Rio de Janeiro, com apoio de designers, escritórios, universidades, instituições, empresas, lojas e restaurantes. Mostra o valor e criatividade do design brasileiro por meio de seminários internacionais e promoções especiais em lojas de design.
Durante os dias 16 e 19, várias delas vão promover pequenos eventos, como coquetéis e mini exposições. A Rio + Design lançará também o Guia de Design do Rio, com 250 endereços de Design na cidade.

Fonte: Fatto Comunicação
 

Maior feira internacional do setor madeireiro será lançada em Curitiba

O setor madeireiro tem, aos poucos, se recuperado da recessão que abalou o mercado internacional em 2008. A crise econômica fez diminuir as vendas da indústria de móveis – um de seus principais clientes. Mas o setor tem dado sinais de recuperação. “Temos observado alguns movimentos no setor, como abertura de novas fábricas e acredito que seja um setor que está bastante aquecido por conta do volume de empreendimentos imobiliários”, explica Murilo Jovtei, consultor de negócios da Go4!

Com a diminuição das exportações e das vendas no mercado interno, a indústria moveleira reduziu o ritmo de encomendas e forçou a queda no preço do produto em aproximadamente 25%. Em 2009, por exemplo, as vendas caíram 11%, conforme levantamento feito pela Federação das Indústrias do Estado do Paraná. O Estado é o maior exportador de produtos de madeira.

Mas o fechamento do balanço das exportações do primeiro semestre de 2010 trouxe um novo ânimo para os empresários. Com alta de 7% em relação ao mesmo período do ano passado, exportou-se mais de 184 mil toneladas de madeira, só no Pará. Isso representa uma movimentação de US$ 186 milhões de dólares. Segundo dados da Abimaq – Associação Brasileira da Indústria de Máquinas -, no primeiro trimestre de 2010, o setor de máquinas para madeira registrou um crescimento de 86,1% em faturamento em comparação com o mesmo período de 2009.

Com novas perspectivas, os empresários brasileiros já se preparam para uma das maiores feiras do setor – a LIGNA HANNOVER. Uma forma de apresentar novas tecnologias e soluções econômicas e sustentáveis para o mercado. “Esta será a tônica das empresas participantes da LIGNA HANNOVER”, afirma Constantino Bäumle, diretor da Hannover Fairs do Brasil, representante exclusiva da feira.

Evento de lançamento

A capital paranaense será o palco de encontro de empresários e profissionais do setor madeireiro no próximo dia 24 de novembro. O lançamento da LIGNA 2011 – a maior feira mundial de máquina e equipamentos para a indústria madeireira – será realizado no Vin Bistro, em Curitiba, e contará com a participação de expositores e visitantes. A feira, organizada anualmente em Hannover, na Alemanha, traz alternativas e inovações para otimizar o uso de recursos naturais.

Em 2009, o evento contou com a participação de mais de 80 mil visitantes de 90 países. Cerca de quatro empresas brasileiras participaram da exposição. A presença brasileira na feira teve um forte direcionamento para os setores de energia da madeira e indústria moveleira. Anne de Rios, responsável pela Indumec, conta que a participação na último edição da Feira, em 2009, foi bastante válida. “Foi ótimo, pois atuamos na nossa área de prospecção e conseguimos apresentar novas oportunidades de negócios. Foi nossa segunda participação e já aguardamos pela próxima edição do evento”, explica.
Fonte: Export News

Mutirão do Sebrae pretende legalizar microempresários em apenas 15 minutos

Tornar-se um empresário formal em 15 minutos, apresentando apenas CPF e comprovante de residência e desembolsando R$ 57,51 mensais em impostos. Essa é a oportunidade que o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) oferece aos cerca de 230 mil autônomos existentes no Distrito Federal. Começou na segunda-feira e vai até sábado próximo um mutirão realizado pela entidade destinado a transformar costureiras, pipoqueiros, vendedores ambulantes e outros em empreendedores individuais. Até o fim da ação, a expectativa é retirar mil pessoas da informalidade, e cadastrar cerca de 3,5 mil que podem vir a se formalizar no futuro. A ação ocorre em Taguatinga devido ao grande número donos de negócios individuais. A estimativa é de que 40 mil moradores sobrevivem desse tipo de atividade na cidade.

O mutirão de Taguatinga é o segundo que ocorre no Distrito Federal. O primeiro foi organizado em outubro deste ano, em Ceilândia. Na ocasião, 1.150 pessoas transformaram-se em empreendedores formais, passando a integrar o Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ). Além disso, mais de 4,5 mil forneceram informações que passaram a integrar o banco de dados do Sebrae. De posse delas, a entidade pode nortear políticas de formalização.

Segundo Ary Ferreira Júnior, gerente de orientação empresarial do Sebrae no DF, quem se cadastrou nos mutirões deve ser procurado por agentes no futuro. Além disso, é intenção do Sebrae é organizar ações para incentivar autônomos a se tornarem empreendedores individuais em outras cidades do DF além de Taguatinga e Ceilândia. A figura do empreendedor individual foi criada pela Lei Complementar n° 128/08, e permite que donos de micronegócios tenham acesso a benefícios trabalhistas e crédito bancário mediante uma contribuição pequena com os cofres públicos (veja quadro).

 

Exigências
Quem pode se tornar empreendedor individual
Autônomos com renda de até R$ 36 mil anuais. Eles podem contratar, no máximo, um funcionário.

Documentação necessária
CPF e comprovante de residência

Impostos pagos pelo empreendedor individual
Ele deve pagar alguns valores fixos: R$ 5 relativos ao Imposto sobre Serviço (ISS), R$ 1,00 referente ao Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS) e 11% do salário mínimo, ou seja, R$ 51,15, para a Previdência. Portanto,
paga R$ 57,15 mensais.

Vantagens
O empreendedor individual tem direito a tomar crédito em bancos, utilizar máquina para cartão de crédito e débito, e a benefícios como seguro desemprego, licença-maternidade, aposentadoria por tempo de serviço,
entre outros

Acontece
2º Mutirão de Formalização
do Sebrae-DF

Até sábado, 20 de novembro
Das 9h às 17h
Praça do Mercado Norte
Taguacenter  
Fonte: Correio Braziliense

Móveis sobem mais que a inflação

Sofás, armários, guarda-roupas e cadeiras estão mais caros do que no fim do ano passado. Porém, a previsão é que os lojistas mantenham os preços das mobílias em geral neste mês e em dezembro.

Em média, o aumento nos móveis, no ano, foi de 6,44%. Esta variação foi maior do que a inflação do mesmo período.

O IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) subiu neste ano até o fim de outubro 4,38%. O indicador aponta a variação dos preços às famílias brasileiras com renda entre um e 40 salários-mínimos.

Para o economista chefe da GS&MD-Gouvêa de Souza, Marcelo Waideman, o cenário econômico positivo e a grande oferta de crédito propiciam ambiente para manutenção dos preços.

 “Quem aumentar pode dar um tiro no pé”, brincou o economista. Ele explicou que se a empresa encarecer os seus produtos, pode perder clientes para as lojas menores. “E o mercado deve estar ciente desta situação”, avaliou.

Outro fator que contribui para a estabilidade dos valores é a sazonalidade. A demanda por móveis em dezembro atinge quase o dobro do que nos outros meses do ano. O recebimento do 13º salário também estimula o consumo.

Levantamento da Gouvêa de Souza aponta que o volume de vendas do último mês representa 13% do ano. A ascensão tem início em novembro, dono da segunda maior representatividade na comercialização, com 8,7%.

Os outros dez meses mantém participação do volume de comercialização com algo entre 6,7% e 8,6%. Com demanda aquecida no fim do ano, acesso ao crédito facilitado e confiança do consumidor na economia, é provável que haja estabilidade nos preços para este Natal.

Fonte: Diário do Grande ABC

Indústria gera 10,5 mil vagas na região

Com a ajuda das fortes vendas de veículos, que aqueceram a produção na montadoras, o setor industrial do Grande ABC ampliou as contratações neste ano. Levantamento do Ciesp (Centro das Indústrias do Estado de São Paulo) aponta que, entre as empresas associadas às diretorias regionais dessa entidade, houve a geração de 10,5 mil postos de trabalho nos sete municípios no período de janeiro a outubro. 

A pesquisa mostra ainda que, no mês passado, foram criadas 550 vagas. Por essa comparação, São Caetano foi destaque, ao computar o segundo maior percentual de crescimento no nível do emprego, entre todas as regionais no Estado. Teve expansão de 1,1%, que significou a abertura de 250 postos. 

Em números absolutos, no entanto, São Bernardo, lidera no Grande ABC, com 500 vagas criadas pelas fabricantes em outubro, e 4.500 nos dez primeiros meses. As indústrias de Diadema também foram bem, somando 4.050 contratações no acumulado do ano. 

SETORES – Os dados da pesquisa indicam que o impulso nas admissões no mês se deveu em boa parte à cadeia automotiva da região. 
Em São Bernardo, as principais contribuições no índice de emprego vieram das montadoras e autopeças, das fabricantes de produtos de metal e das de plástico e borracha (indústrias que também fazem componentes automotivos). Essa última atividade também liderou as contratações em Diadema. 

Por sua vez, em São Caetano, duas áreas se destacaram: a fabricação de produtos de metal e a de móveis. Para o diretor da regional de São Caetano do Ciesp, William Pesinato, a ampliação de postos nesses segmentos não surpreende, já que a produção automobilística aquecida propicia mais encomendas também de itens de metal. “E quem fabrica móveis está se saindo bem, já que as vendas de imóveis estão em alta”, assinala. 

MÁQUINAS – A situação do emprego nas indústrias da região só não é melhor porque alguns segmentos – como a área de máquinas e equipamentos – vêm sofrendo com o câmbio desvantajoso, que tem gerado a substituição da produção local pela importação. Segundo o diretor do Ciesp de Santo André, Shotoku Yamamoto, esse foi um dos fatores que levaram à retração de 250 vagas entre associadas da regional do município em outubro. 

Em todo o Estado, foram criados 195 mil postos de trabalho 
Em todo o Estado, foram abertos 1.500 vagas no setor industrial no mês passado e, de janeiro a outubro, houve a geração de 195,5 mil postos de trabalho, de acordo com estudo da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo). A estimativa da entidade é de que a indústria paulista deve gerar entre 110 mil e 120 mil empregos neste ano, o que equivaleria a aumento entre 4% e 4,1% em relação ao patamar registrado em 2009.

No entanto, o diretor adjunto do departamento de economia da Fiesp, Walter Sacca, ressalta que a criação de 1.500 postos no mês deve ser vista com reserva, uma vez que, embora exista bom crescimento, tal fato pode ser um pouco ilusório, pois a base de comparação com 2009 é fraca. Ainda de acordo com o estudo, em outubro, de 22 setores analisados, 13 exibiram resultados positivos, o que representa o menor valor desde dezembro de 2009.”Esse fato sinaliza que está avançando o processo de desindustrialização no País”, diz Sacca. Esse processo é evidenciado também pela redução da parcela da indústria de transformação no PIB (Produto Interno Bruto), que já chegou a 27% e atualmente está em 15%. (com AE). 
Fonte: Portal do Grande ABC 

Indústria pode economizar até R$ 85 bi no consumo de energia, diz CNI

Um estudo produzido pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) revelou que 13 setores industriais poderiam economizar até R$ 85 bilhões entre 2010 e 2030 com a conta de energia elétrica. Para isso, teriam que promover um pequeno corte de 6,4% no consumo de energia nos próximos 20 anos.

A CNI, no entanto, ressaltou que há potencial técnico para redução de até 25,7% no consumo. “Esse potencial máximo seria atingido se a indústria operasse em um ambiente com condições ideais. Ou seja, usando a tecnologia de ponta disponível na conservação de energia, com acesso a crédito facilitado, pessoal qualificado e oferta adequada das fontes energéticas”, afirmou a entidade. 

Durante estes 20 anos também haveria uma economia acumulada de 9,2 milhões de Toneladas Equivalentes de Petróleo (TEP – unidade que permite somar várias fontes de energia, como elétrica, gás natural, combustíveis). A queda no consumo de energia, por sua vez, levaria o país a deixar de emitir 239 milhões de toneladas de gás carbônico.

Ao realizar o estudo, a CNI levou em consideração 217 projetos de eficiência energética de 13 setores da indústria. Atualmente, o setor responde por 37,2% da energia gasta no Brasil. 
De acordo com Rodrigo Garcia, analista de políticas industriais da CNI, as estimativas dos benefícios da redução do consumo se baseiam na premissa de que a economia brasileira crescerá a uma média de 4,5% ao ano até 2030 e de que os preços das fontes de energia serão corrigidos de acordo com as previsões do governo. 
Fonte: Portal o globo 

Campeões do Prêmio Artesp

Muito resistente à degradação do uso contínuo do piso de madeira, a paulista IndusParquet apresenta uma novidade: o Taco de Teca. Produzido sob a madeira Teca de Burma, a matéria prima procedente do Sudeste Asiático é uma fonte de produção muito comum no desenvolvimento de móveis para jardim, ambientes náuticos e também para revestimentos de convés de lanchas, veleiros e iates. 

Com sua madeira colhida em plantações direcionadas à sustentabilidade e certificada pelo FSC, capaz de assegurar ao consumidor que sua origem foi estabelecida observando os melhores critérios sociais, ambientais e econômicos, o Taco de Teca confere beleza e luxo ao ambiente por meio da sua coloração em amarelo-dourado claro. 

Pertencente à Linha Tradicional da empresa, o Taco de Teca pode ser encontrado também como deck e revestimento de parede, ambos confeccionados no mesmo material e ideais para ambientes externos. 

A IndusParquet mostra sua preocupação com o meio ambiente garantindo sempre o menor impacto possível na natureza. O cuidado vai desde o planejamento da extração das árvores, passando por áreas de reflorestamento, além de aproveitar 100% de toda a madeira que chega à fábrica. A empresa possui, desde 2001, o certificado do Forest Stewardship Council (FSC), selo que identifica os produtos feitos com madeira provenientes de florestas manejadas, respeitando os aspectos ambientais, sociais e econômicos da região. Mantém também um programa de reflorestamento com respaldo da parceria a ESALQ/USP e toda matéria-prima utilizada pela IndusParquet é aprovada pelo Ibama. 

Fonte: Marqueterie 

Design estratégico é alternativa para desenvolvimento das empresas

A melhoria dos produtos que chegam ao mercado e a geração de empregos podem estar associadas à adoção do design como estratégia competitiva. É um modelo proposto pelo instituto Poli.Design, de Milão na Itália e que está sendo implantado numa empresa de Caçador, no meio Oeste de Santa Catarina. 

A iniciativa é fruto de uma parceria entre o SENAI e o Poli.Design. É um projeto que pode ser estendido a outras empresas do estado e do País. Uma das bases do modelo é a capacidade de atuar de maneira cooperativa. A recomendação é de Arianna Vignatti, professora e pesquisadora da Faculdade e do Instituto Politécnico de Milão, na Itália. 

“A cooperação entre o Poli.Design e o SENAI teve origem na necessidade de transferir o modelo italiano de inovação para as empresas brasileiras, na adoção do design como estratégia competitiva. Sempre mais as empresas devem buscar a colaboração, o networking internacional. A parceria entre as duas instituições pode ser o canal privilegiado para ativar a cooperação e um modelo de inovação transnacional”, afirma Arriana. 

A designer foi uma das palestrantes da Semana Internacional de Inovação e Competitividade, em Florianópolis. O evento reuniu em torno de 150 empresários catarinenses. 

Fonte: Assessoria de Imprensa do Sistema FIESC 

Novoex entrará em funcionamento a partir do dia 17 de novembro

Foi publicada, na edição da ultima quinta-feira (11/11) do Diário Oficial da União, a Portaria n°24 da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), que informa sobre a implantação do novo módulo do Sistema  Integrado de Comércio Exterior (Siscomex), denominado Siscomex Exportação Web (Novoex), marcada para o dia 17 de novembro. 

O Novoex substituirá o módulo atual do Siscomex Exportação, lançado em 1993, e que representou um marco na utilização das tecnologias da informação nas operações de comércio exterior. 

A modernização do sistema se fez necessária diante do expressivo aumento das exportações brasileiras nos últimos anos e do surgimento de novas tecnologias de comunicação e informação, além da defasagem tecnológica do sistema atual. Com a mudança, o Novoex poderá ser acessado diretamente na Internet, sem a necessidade de instalação de programas adicionais nos computadores dos usuários. Além disto, o novo sistema  migrará da plataforma do Sistema de Informações do Banco Central do Brasil (Sisbacen) para a plataforma do Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro). 
Pelo Novoex, os usuários poderão gravar os Registros de Exportação (REs) e os Registros de Crédito (RCs), estes últimos feitos para as exportações financiadas com recursos tanto privados como públicos. Os operadores, que já tenham feito o Registro de Crédito no sistema antigo, deverão atualizar as informações no novo sistema para a utilização do saldo restante. É Importante também informar que não será possível vincular os REs e os RCs criados em sistemas diferentes. 
Cabe lembrar ainda que, no novo sistema, serão efetuadas apenas as operações comerciais (RE e RC), sendo que todas as operações aduaneiras continuam a ser realizadas da mesma forma nos sistemas da Receita Federal.   
Modernização 
 O Novoex terá interface mais interativa para os usuários, maior agilidade na elaboração de REs pelo exportador a partir de REs anteriores, maior visibilidade do processo pelo exportador e pelo anuente e irá permitir ainda a simulação prévia do RE. Entre outras as inovações do novo sistema podem ser destacadas a totalização online dos valores e quantidades informados pelo exportador com críticas para valores incompatíveis e ainda a possibilidade de transmissão de registros em lotes. 
A portaria da Secex detalha como será o preenchimento das informações nos campos específicos do sistema e explica a correspondência entre eles. É importante mencionar que os atuais usuários do sistema que será substituído estarão automaticamente habilitados a operar no Novoex, com o mesmo login e senha dos demais módulos do Siscomex. 
 Treinamento 
Diante das alterações no sistema de operações de comércio exterior, os técnicos do Departamento de Operações de Comércio Exterior (Decex) da Secex vem realizando uma série de apresentações para informar e orientar o público sobre o Novoex. Além disto, está à disposição dos usuários o módulo de treinamento em que é possível simular todas as operações. 
Fonte: Assessoria de Comunicação Social do MDIC 

Exportações da Região Norte são as que mais crescem no acumulado do ano

O Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), divulgou, nesta sexta-feira (12/11), os dados referentes ao comércio exterior dos estados e municípios brasileiros no período de janeiro a outubro de 2010. Nos 208 dias úteis desse intervalo do ano, foram contabilizadas informações das 27 unidades da Federação e dos mais de 2.300 municípios que operaram no comércio internacional.

No comparativo do mês de outubro de 2009 com o mesmo período de 2010, a Região Norte também apresentou o maior crescimento nas exportações (73%), com vendas de US$ 1,6 bilhão este ano, contra US$ 970 milhões no ano passado. Logo após, aparece o Sudeste, com embarques de US$ 10,5 bilhões e crescimento de 35%. Na sequência, estão as Regiões Sul (US$ 3,3 bilhões), com aumento de 16%; Centro-Oeste, com embarques de US$ 1,2 bilhão e aumento de 13,9%; e Nordeste (US$ 1,3 bilhão), com crescimento de 13,8%. 
Estados 
Dentre os estados, no acumulado de janeiro a outubro de 2010, o que mais exportou foi São Paulo, com embarques de US$ 42,4 bilhões. Minas Gerais aparece em seguida, com US$ 24,9 bilhões. O Rio de Janeiro apresentou o terceiro melhor desempenho (US$ 14,8 bilhões), seguido do Rio Grande do Sul (US$ 12,9 bilhões), Paraná (US$ 11,8 bilhões) e Pará (US$ 9,9 bilhões). No período analisado, somente o Mato Grosso, Piauí e Roraima não apresentaram crescimento nas vendas ao exterior (queda de  2%, 10%, 15%, respectivamente). 
Nas importações, São Paulo também aparece na primeira colocação (US$ 55,7 bilhões), seguido de Rio de Janeiro (US$ 13,6 bilhões), Paraná (US$ 11,3 bilhões) e Rio Grande do Sul (US$ 10,9 bilhões). Apenas os estados do Amapá (-5%) e Roraima (-31%) apresentaram queda nas compras externas, de janeiro a outubro deste ano. 

Municípios 
Na balança comercial por municípios, entre janeiro e outubro de 2010, Angra dos Reis (RJ) apresentou o melhor desempenho, com vendas de US$ 6,8 bilhões; vindo acompanhado de Parauapebas (PA), com exportações de US$ 6,1 bilhões; São Paulo (SP), com US$ 5,1 bilhões; e Itabira (MG), com US$ 4,7 bilhões. 
Nas importações no acumulado do ano, o município de São Paulo (SP) aparece como maior comprador no mercado externo, com aquisições de US$ 11,4 bilhões; seguido de Manaus (AM), com US$ 9,2 bilhões; e Rio de Janeiro (RJ), com US$ 5,7 bilhões.

Fonte: Assessoria de Comunicação Social do MDIC 

As exportações da Região Norte passaram de US$ 8,3 bilhões, entre janeiro e outubro de 2009, para US$ 11,9 bilhões, no mesmo período deste ano, um crescimento de 42%. No Sudeste, as vendas externas subiram de US$ 66,4 bilhões para US$ 91,7 bilhões, elevação de 3Na Região Nordeste, a vendas que passaram de US$ 9,4 bilhões para 12,9 bilhões, crescimento de 37%. Já a Região Sul obteve crescimento de 13%, acarretado pelo aumento de US$ 27,4 bilhões para US$ 31,1 bilhões. Na Região Centro-Oeste, os embarques internacionais que passaram de US$ 12,2 bilhões para US$ 13,3 bilhões, com crescimento de 8%.