IBGE: emprego na indústria cai 0,1% em setembro

O emprego industrial caiu 0,1% em setembro ante agosto, na série com ajuste sazonal, segundo informou hoje o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Na comparação com setembro do ano passado, o emprego no setor aumentou 4,9%, na oitava variação positiva seguida ante igual mês de ano anterior. Em 2010, o emprego na indústria acumula alta de 3,4% e, nos 12 meses encerrados em setembro, aumento de 1,5%.

 A folha de pagamento real (descontada a inflação) da indústria registrou alta de 1,2% em setembro ante agosto e aumento de 9,5% em relação a setembro do ano passado. Em 2010, até setembro, a folha real de pagamento acumula aumentos de 6,4% e, nos 12 meses encerrados em setembro, alta de 3,6%.

Trimestre

O emprego industrial aumentou 0,8% no terceiro trimestre ante o trimestre imediatamente anterior, segundo a pesquisa do IBGE. Na comparação com o terceiro trimestre do ano passado, houve alta de 5,1% na ocupação do setor. Segundo o instituto, ainda em setembro, apesar da queda de 0,1% no emprego ante o mês anterior, o índice de média móvel trimestral prosseguiu na trajetória ascendente iniciada em julho do ano passado, registrando aumento de 0,1% no trimestre encerrado em setembro ante o terminado em agosto.

Os dados em relação a setembro do ano passado mostram que o emprego aumentou em todos os locais pesquisados, com destaque para São Paulo (3,8%), Nordeste (6,1%), Rio Grande do Sul (7,0%), região Norte e Centro-Oeste (5,9%), Santa Catarina (5,2%) e Rio de Janeiro (7,8%).

Entre as atividades pesquisadas, ainda na comparação com o mesmo mês de 2009, houve expansão em 13 dos 18 segmentos, com as principais contribuições vindo de máquinas e equipamentos (11,0%), meios de transporte (9,6%), produtos de metal (10,5%), borracha e plástico (10,6%) e máquinas, aparelhos eletroeletrônicos e de comunicações (9,0%). Por outro lado, os principais impactos negativos vieram de vestuário (recuo de 2,9%), papel e gráfica (baixa de 3,4%) e refino de petróleo e produção de álcool (queda de 5,0%).

Fonte: Estadão

CNI lança levantamento sobre a infraestrutura e logística da Amazônia Legal

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) lança nesta quinta-feira o projeto Norte Competitivo, que aponta nos eixos de integração prioritários na área de transportes e logística para os nove estados da Amazônia Legal. Os projetos, resultado do mapeamento das 16 principais cadeias produtivas que são responsáveis por 95% da produção local e 98% de tudo o que é exportado e importado pela região, demandariam investimentos de R$ 14,1 bilhões, alguns dos quais incluídos no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) do governo federal.

Responsável direto pelo projeto, o mais completo levantamento sobre a infraestrutura logística da Amazônia Legal, englobando todos os modais de transporte (ferrovias, hidrovias, rodovias e portos), Olivier Girad estima que dos 151 projetos do Norte Competitivo a metade faça parte do PAC.

– Nesses 151 projetos tem muitas coisa que está no PAC. O problema é que tem muita coisa importante que não está no PAC. A hidrovia Juruena-Tapajós, por exemplo, não está prevista no PAC. Existem também alguns casos previstos no PAC mas que não resolvem todo o problema, como a BR-364, que faltam alguns complementos – observou.

A economia gerada pelos nove estados – Acre, Amapá, Amazonas, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins – é atualmente de R$ 17 bilhões e deve chegar a R$ 33,5 bilhões em 2020, levando em consideração a produção prevista. Com a execução dos projetos, que incluem mais de 50 produtos das cadeias produtivas, a economia no custo de logística chegará a R$ 3,8 bilhões por ano em 10 anos.

– O investimento total previsto se pagaria em menos de quatro anos com a econo mia – garante o engenheiro Renato Pavan, da Macrologística, empresa contratada para fazer o estudo, que pre vê também investimentos privados.

Mesmo com alguns projetos incluídos no PAC, a visão do governo não está ajustada à visão econômica proposta pelo Norte Competitivo.

– O PAC é um primeiro passo, importante. Agora o que tem que ser feito é juntar PAC com esse projeto – recomendou Olivier, que lembra que qualquer hidrelétrica construída no país, conforme normas da Agência Nacional das Águas (ANA), precisa estar associada com um estudo de viabilidade de construção de eclusas.

– Se não for assim (com hidrovias) nós vamos ter outras hidrelétricas como Estreito, Jirau, Santo Antonio sendo construídas sem eclusas, bloqueando a economia do país. Eletricidade é muito importante para o país, mas não podemos bloquear a economia. Não podemos descartar a movimentação de cargas por hidrovia, que é o mais barato. A redução de custos é de 40%.

De acordo com Olivier Girard, o setor logístico precisa se mobilizar para defen der as hidrovias:

– Caso contrário nós vamos ter um monte de hidrelétricas sendo construídas, o que é perfeito, ótimo para o país, mas vão matar a nossa principal fonte de movimentação. O Brasil tem 48 mil quilômetros de rios e a gente movimenta muito pouco. É a nossa maior fonte logística e a gente não movimenta esses rios.

O atual momento político do país, com as eleições da presidente Dilma Rousseff, de novos governadores e de um novo Congresso Nacional, de acordo com o responsável pelo Norte Competitivo, “caiu como uma luva” para que todos os setores da economia regional e nacional, em especial o setor de transportes e logística, defendam o projeto.

– Estamos começando um novo governo, temos uma nova presidente eleita, temos novos governadores. É agora, quando os projetos começam a ser idealizados, a hora de dizer: ‘É isso que queremos.’ Por isso o momento caiu como uma luva, perfeito para lançar esse projeto – defendeu Olivier, que lembra ainda que os nove estados da Amazônia Le gal juntos tem 27 senadores, um terço do Senado.

Portos, aeroportos, armazéns, hidrovias, ferrovias, dutovias e rodovias de uma região que é quase do tamanho da Europa foram mapeadas, as condições de uso analisadas e com a identificação das obras necessárias. O resultado foi a necessidade de 151 obras, 112 em eixos nacionais e 39 em eixos internacionais, envolvendo paí ses fronteiriços à região. No curto prazo, no entanto, 34 projetos foram considerados prioritários, totalizando investimentos de R$ 6,8 bilhões.

Para que esses projetos cheguem a possíveis financiadores, do PAC, da iniciativa privada e de parcerias público- privadas, uma força-tarefa será montada, tendo à frente a CNI e as federações das indústrias dos nove estados – Pará (Fiepa), do Mato Grosso (Fiemt), do Amazonas (Fieam) e do Maranhão (Fiema), Acre (Fieac), Amapá (Fieap), Rondônia (Fiero), Roraima (Fier) e Tocasntins (Fieto).

– O superávit brasileiro previsto este ano é de R$ 16 bilhões. Esses R$ 16 bilhões vão sair do Pará e do Mato Grosso, que vão trazer para o Brasil cerca de R$ 8 bilhões cada um. Esses dois estados do Norte vão representar o superávit brasileiro. Se você analisar os investimentos que são feitos no Pará e no Mato Grosso são muito pequenos em relação à contribuição que dão ao país – lembrou o empresário Jandir José Milan, presidente da Fiemt.

Durante o trabalho foram identificados os locais de produção, os tipos de produtos e o destino final para que fossem traçadas as principais rotas de escoamento. Um sotfware especial analisou 32 origens, 38 destinos e 33 diferentes tipos de produtos que utilizam uma malha logística de 932 rotas de ligação.

Identificados 42 eixos de integração de transporte, incluindo 13 eixos internacionais, todos foram analisados do ponto de vista da competitividade. O resultado mostrou que 32 geraram economias significativas. A hidrovia Juruena-Tapajós foi a que apresentou o maior potencial de redução de custo logístico, tanto com o volume de produção de 2008 (economia anual de R$ 921 milhões) quanto na projeção para 2020 (R$ 1,85 bilhão).

Fonte: Portal o Globo

Contribuintes de SP e DF poderão parcelar dívidas com ICMS

Os contribuintes do Estado de São Paulo e do Distrito Federal poderão parcelar em, no máximo, cem meses os débitos fiscais relacionados ao ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços), cujos fatos geradores tenham ocorrido até 31 de dezembro do ano passado. 

A autorização foi dada pelo Confaz (Conselho Nacional de Política Fazendária), integrado pelos secretários de Fazenda de todos os Estados, em reunião extraordinária na última segunda-feira (8).

Os contribuintes terão até o dia 31 de julho de 2011 para requerer parcelamento da dívida nas respectivas secretarias de Fazenda ou Finanças, mediante o pagamento de, no mínimo, 5% do valor total devido.

O DF poderá prorrogar até 20 de fevereiro de 2011 o pagamento de, no máximo, metade do ICMS do comércio varejista referente às vendas de dezembro deste ano. 

A medida não se aplica à venda de combustíveis e lubrificantes, energia elétrica, veículos novos, mercadorias em regime de substituição tributária ou sujeitas a pagamento antecipado de imposto. 

O DF e o Piauí também poderão dispensar ou reduzir juros e multas em parcelamentos de dívidas de ICMS

Fonte:Portal r7

Conselho Estratégico da Fiesp é contra nova CPMF

Em reunião do Conselho Superior Estratégico da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), os empresários voltaram a manifestar posicionamento contrário à recriação da CPMF e retomaram a demanda pela redução da taxa básica de juros (Selic) como forma de diminuir a atratividade do País ao capital especulativo e reduzir o gasto público.

No encontro, do qual participaram os presidentes da Fiat, Cledorvino Belini, da Embraer, Frederico Curado, da Siemens, Hermann Wever, da Nestlé, Ivan Zurita, da Coteminas, Josué Gomes da Silva, do Moinho Pacífico, Lawrence Pih, da Magazine Luiza, Luiza Trajano, entre outras lideranças empresariais, o presidente do Conselho de Administração do Grupo Gerdau, Jorge Gerdau Johannpeter, e o presidente da Fiesp, Paulo Skaf, disseram ser contra qualquer tipo de aumento de imposto e afirmaram que o País precisa tomar uma decisão sobre a questão cambial, independente das discussões do G-20 em Seul.

“A verdade é que sempre a solução mais fácil, por parte do governo, é aumentar imposto”, afirmou Gerdau. Segundo ele, porém, a sociedade já se mobilizou de forma rápida para impedir a volta da CPMF. “Essa posição do empresariado foi tomada claramente e há dois princípios que nos orientam. Quando já existe uma carga tributária próxima dos 40%, para o empresariado está claro que não pode haver aumento de imposto. Não interessa qual imposto é”, disse. “O segundo ponto, e o pior, é criar um imposto antigo, que atua em cascata. O sistema brasileiro está cheio de impostos escondidos. Nós consumidores não sabemos quanto de imposto pagamos. Isso é uma não transparência que uma sociedade moderna não pode aceitar.”

Skaf cobrou transparência e simplificação do sistema tributário e voltou a dizer que vai mobilizar a sociedade caso haja insistência em recriar a CPMF. “Essa questão de criar contribuições e impostos novos nós não aceitamos em hipótese alguma. E quando falo nós é a sociedade brasileira. O que a sociedade quer é melhor qualidade e gestão dos serviços públicos”, afirmou.

“Eu já mandei um recado para aqueles que sonham com impostos: tem gente que sonha, não é o caso da presidente Dilma não, mas nós vamos fazer de tudo para que o sonho vire pesadelo, e não teremos limites para agir ou reagir a qualquer tentativa de criação de contribuição ou de impostos. Não vamos ter nenhuma cerimônia. Mas creio que isso não será necessário não, porque não acredito que haja qualquer disposição da presidente Dilma de amparar qualquer intenção de criação de novos impostos.”

O presidente da Fiesp disse que está aguardando o retorno de Dilma e do presidente Lula do exterior para pedir uma audiência para discutir o assunto. “Eu sinceramente creio que esse assunto vai sair da pauta rapidamente, mas estou inclusive esperando a presidente voltar da viagem e pretendo pedir uma audiência com ela e conversar sobre esse assunto, e também com o presidente Lula.”

Selic

Os empresários da Fiesp voltaram a pedir a redução da Selic como forma de diminuir a entrada de capital externo especulativo no País e também para reduzir os gastos correntes. “O Brasil é um dos poucos mercados que ainda está trabalhando com juro positivo”, afirmou Gerdau. “A evidência física absoluta dentro do processo de guerra cambial que existe é que o Brasil vai ter que aprender a se defender. Pode haver discussão do G-20, mas na realidade, dentro de uma forma pragmática, o Brasil vai ter que achar caminhos e como estabelecer um balanceamento nesse processo”, afirmou.

Na avaliação de Gerdau, as alternativas para evitar e diminuir a valorização do real ante o dólar são a redução da Selic e a elevação dos investimentos. “O País é nosso, dos brasileiros, e definir quantos dólares virão para cá não é Wall Street quem tem de definir, somos nós quem temos que saber se queremos mais dólares ou não”, afirmou. “Somos nós quem temos de estabelecer ou pela solução de redução de juros, uma vez que o juro é o único fator que não está definido pelo mercado, ou aumentando o superávit primário, para que haja condições de poupança mais forte e você possa estabelecer equilíbrio”, afirmou.

Para Gerdau, as notícias sobre as possíveis medidas a serem adotadas pelo governo da presidente eleita Dilma Rousseff, como um ajuste fiscal, estão nessa linha. “As primeiras notícias que vocês já veem, as declarações do ministro do Planejamento, já estão nessa linha”, afirmou. “O debate está aí. Eu diria que as evidências da necessidade de baixar os juros levam a uma política dessas e de aumentar os investimentos dentro de uma visão de gerar mais empregos estão nessa linha. Eu diria que as macropolíticas provavelmente trarão esse conceito.”

Segundo Skaf, o Brasil gasta anualmente R$ 180 bilhões no pagamento de juros, ou R$ 500 milhões por dia. “Além dessa grande despesa, os juros altos ainda atraem capital e vão na contramão da nossa competitividade.” 

Fonte: Estadão

Produção industrial cai em nove dos 14 locais pesquisados, mostra IBGE

A produção industrial caiu, de agosto para setembro, em nove dos 14 locais pesquisados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). As quedas mais acentuadas foram observadas no Rio Grande do Sul (-2,3%), onde a atividade foi prejudicada pela paralisação no setor de refino de petróleo e na produção de álcool; no Amazonas (-2,1%), no Ceará (-2,0%) e no Rio de Janeiro (-1,8%). Na média nacional, a atividade teve recuo de 0,2% no período.

De acordo com os dados da Pesquisa Industrial Mensal Produção Física – Regional, divulgados neta quarta-feira (10/11) pelo IBGE, também houve redução no nível da produção da indústria no Pará, em Santa Catarina e na Bahia, todos com taxa de –0,5%, além de Pernambuco e São Paulo, ambos com –0,1%.

O levantamento aponta ainda que no Espírito Santo a produção ficou estável em relação ao mês de agosto.

Houve expansão na passagem de um mês para o outro na produção da indústria no Paraná (5,7%), após recuo de 8,5% no mês anterior, por conta da paralisação técnica observada no setor de refino de petróleo e produção de álcool, em Goiás (2,3%), Minas Gerais (2,1%) e na Região Nordeste (0,2%).

Já na comparação com setembro de 2009, em 12 das 14 áreas pesquisadas houve aumento da atividade industrial. Apenas a Bahia (-0,5%) registrou redução, que refletiu, segundo o IBGE, a queda observada nos setores de celulose e papel e de veículos automotores. Os maiores crescimentos foram verificados no Paraná (22,5%), em Goiás (14,4%), em Minas Gerais (11,8%) e no Espírito Santo (10,8%). O Pará (9,8%), São Paulo (8,1%) e o Ceará (8,0%) também registraram expansões mais intensas do que a média da indústria para o período (6,3%). Os avanços abaixo do total nacional foram verificados na Região Nordeste (4,8%), em Pernambuco (4,1%), no Rio de Janeiro (4,0%), no Amazonas (3,3%) e em Santa Catarina (0,4%), enquanto no Rio Grande do Sul a atividade repetiu o patamar de setembro do ano passado.

O levantamento do IBGE revela ainda que, no acumulado de janeiro a setembro de 2010 ante o mesmo período de 2009, o setor acumula expansão em todos os locais. Sete deles apresentaram crescimento mais intenso do que a média nacional (13,1%): Espírito Santo (28,8%), Amazonas (21,1%), Paraná (18,4%), Minas Gerais (18,2%), Goiás (17,7%), Ceará (15,0%) e Pernambuco (14,0%). Os demais resultados nesse tipo de comparação foram: São Paulo (12,7%), Região Nordeste (12,2%), Bahia (10,9%), Rio de Janeiro (9,3%), Rio Grande do Sul (8,9%), Pará (8,6%) e Santa Catarina (8,3%).

Fonte: Correio Braziliense

Setor terá projeto sustentável

As indústrias de móveis de Curitiba e Região Metropolitana podem ganhar em breve um local próprio para a destinação e reciclagem dos resíduos oriundos de sua produção. O projeto da Central de Resíduos do Setor Moveleiro, desenvolvido pelo Senai Empresas em parceria com o Sindicato da Indústria do Mobiliário e Marcenaria do Paraná (Simov), será apresentado a empresários e profissionais do setor na próxima quarta-feira (10), a partir das 8h30, durante um workshop na Federação das Indústrias do Paraná (Fiep), em Curitiba.
O coordenador do projeto, Constantino Bezeruska, explica que o workshop é um primeiro passo para mobilizar os empresários do setor em torno do projeto da Central de Resíduos. “A conscientização dos empresários é o mais importante para conseguirmos viabilizar esse projeto”, afirma. Feito isso, serão buscadas parcerias com prefeituras e empresas para encontrar um terreno para instalação da central. Além disso, ainda será definida a forma de financiamento do projeto e o melhor enquadramento jurídico para o empreendimento, que pode funcionar, por exemplo, como uma cooperativa ou como uma Oscip (Organização da Sociedade Civil de Interesse Público), entre outras hipóteses.
Além do detalhamento do projeto e da discussão sobre a viabilidade de sua execução, o workshop da próxima quarta-feira terá ainda duas palestras ligadas ao tema. Na primeira, o coordenador do Conselho Temático de Meio Ambiente e Recursos Naturais da Fiep, Roberto Gava, falará sobre o impacto que a recém-aprovada Política Nacional de Resíduos Sólidos trará para o setor de móveis e madeira. Em seguida, será apresentado o case de sucesso da Central de Triagem da Indústria de Calçados, instalada no município de Três Coroas (RS). A apresentação será feita pela gerente da central, Giovana Ruppenthal.
O workshop acontece no Cietep, sede da Fiep no Jardim Botânico. Mais informações sobre o evento podem ser obtidas pelo telefone 0800 643 7475

Abimóvel elege nova diretoria para o triênio 2010/2012

A Abimóvel (Associação Brasileira da Indústria do Mobiliário) elegeu, em assembleia geral dos associados realizada dia 15 de janeiro, a nova diretoria da entidade para o triênio 2010/2012. José Luiz Diaz Fernandez, da Móveis German, vai para o seu segundo mandato seguido como presidente com o objetivo de consolidar as diversas conquistas obtidas na última gestão, em especial a manutenção da isenção provisória do IPI (Imposto sobre Produto Industrializado) para o setor mobiliário.

O presidente dará continuidade, também, aos projetos da Agência de Promoção de Exportação do Brasil (Apex-Brasil), melhorando a qualidade das apresentações dos produtos brasileiros e ampliar as rodadas de negócios internacionais com compradores em potencial. “Ainda vamos terminar a implantação da sede da Abimóvel em Brasília, procurando levar nossa entidade para junto dos principais órgãos governamentais que temos relacionamentos”, ressaltou.

Em relação às perspectivas para 2010, Fernandez espera que o mercado retome os níveis registrados em 2008, antes da crise mundial que afetou o mundo dos negócios. “Vamos procurar estreitar mais os laços entre os varejistas e os produtores e promover, também, a relação entre os importadores de nossos produtos e os fabricantes especializados em exportação”, disse.

Dentro das perspectivas está também a realização da segunda edição do Salão Abimóvel. Segundo Fernandez, o Anhembi, onde é realizado o evento, está reservado até 2013. “Isso mostra o quanto estamos empenhados para o sucesso do Salão”. Concebido para ser uma plataforma de negócios voltados ao mercado interno e exportação do mobiliário nacional, o Salão Abimóvel 2011, já tem data prevista para acontecer, de 9 a 12 de agosto. “Temos dois anos para trabalhar o evento e acredito que teremos um sucesso ainda maior do que foi a primeira edição”, destacou o presidente da entidade.

A nova diretoria chega a Abimóvel para somar esforços e tem boas perspectivas para a edição de 2011. “Queremos ampliar o número de expositores para cerca de 250. Temos a ideia de segmentar a feira com a linha alta, linha praia e campo (garden) e linha de móveis comerciais e corporativos (office)”, completou Fernandez.

Perfil empreendedor
Para José Luiz Diaz Fernandez, a nova diretoria da Abimóvel é composta por associados que possuem um perfil empreendedor. “Procuramos, com esta composição, cobrir grande parte de representantes no País, que tem como missão aprofundar os laços com os pólos produtivos. Iniciaremos um planejamento de ações para 2010 e de médio prazo, no qual contemplaremos um novo estreitamento de relacionamento com novos associados e colaboradores”, afirmou.

A composição da diretoria da entidade para o triênio 2010/2012 é a seguinte: presidente, José Luiz Diaz Fernandez (Móveis German); 1º Vice-Presidente, Álvaro Weiss  (Indústrias Artefama S/A); VP Móveis  Escritórios, Fernando Mello (Mademoveis); VP Móveis Especiais, Pierre Alain Stauffenegger (VL. Fabricação de Laboratórios Ltda.); VP Móveis Alta Decor,  Fernando Flores (Cedrus); VP Colchões, Helio Antônio (Colchões Castor); VP Estofados, Claudinei dos Anjos   (Estofados Anjos Ltda.); VP Móveis para Salas, Marcos N. Frange (J.B. Bechara Ltda.); VP Móveis Cozinhas, Carlos Alberto V. Soares (Cozinhas Pauleti); VP Móveis  Dormitórios, Alvino Pessoti Sandis  (Moverama); diretor tesoureiro, Roberto Moraes (RM Móveis e Interiores); diretor secretário geral, Orlando Ferreira Maia Junior (Móveis Germai Ltda.).

O Conselho Fiscal é formado por Nivaldo Luiz Lazaron Junior (Enele Ind. de Estofados Ltda.), Michel Henrique Pires (Modecor Ind. E Com. Ltda.), Humberto Rodrigues de Oliveira (Olbia Ind. E Com de Moveis Ltda.), Luiz Atílio Troes (Móveis Tremarin Ltda.), Irineu Munhoz  (Caemmun Ind. e Com. de Móveis Ltda.) e Vikentios Kakakis (Kakakis Ind. E Com. De Móveis Ltda.).

A composição do Conselho Administrativo da Abimóvel ficou assim: presidente do Conselho, Jorge Nassar F.Filho (Ind. Móveis Bechara e Nassar Ltda.); Pedro Benvindo Rodrigues (SIMM – Sind. da Ind. do Mobiliário de Mirassol); Paulo Joaquim do Nascimento (Panan Móveis); Edson Sebba (Sebba); e Antonio José Alves (Ind. Com. Móveis Jaci).

Fonte: www.segs.com.br

Um espaço para os múltiplos gostos e estilos, de 04 a 07 de novembro no Canadá Country Club

A FeiraDecor – Feira de Móveis e Decoração promove mais um encontro dos mais variados gostos e estilos na sede do Canadá Country Club em Londrina.

O evento de quatro dias possibilita a experiência única de desfrutar de uma exposição com o que há de novidades e tendências em decoração, design, peças e tecnologia.
Produtos de altíssimo nível, proporcionando oportunidades e bem-estar.

FeiraDecor, a supervitrine que faltava para as marcas e consumidores de bom-gosto. Não perca! Participe!

Fonte: Feira Decor

Oportunidade única

O CIMPLA (Comercial e Industrial do Planalto LTDA) realizará no dia 6/11, um Leilão público para venda de máquinas, equipamentos, materiais para marcenaria e outros bens. O evento será mediado pelo leiloeiro público oficial, Sr. Adriano de Souza Cardoso, a partir das 10h30, no Setor Comercial Sul, quadra 2, bloco B, Edifício Palácio do Comércio, Auditório Nuri Andraus.

Todos os bens encontram-se expostos para visitação pública, no período de 25/10 à 5/11, de segunda à sexta-feira, das 9h às 12h e de 14h às 17, no SIA Trecho 3, lotes 245/275, exceto domingos, feriados e no dia do pregão. Os interessados também podem retirar o catálogo nos locais de visitação ou na página oficial do leiloeiro www.capitalleiloes.com.br .

Vale lembrar que os bens deverão ser pagos no ato da arrematação, de acordo com o maior lance oferecido pela peça. Sobre os bens arrematados incidirão 5% referente a comissão do Leiloeiro, além do ICMS (Imposto Sobre Circulação de Mercadoria e Prestação de Serviço) conforme legislação vigente. A entrega dos bens arrematados e das notas de venda com o carimbo de liberação será realizada somente entre os dias 11/11 e 19/11, no respectivo local de visitação.

 

Mercomóveis aposta no mercado e nos negócios em 2010

O presidente do evento comentou o fato de que os empresários se sentiram retraídos pela crise, mas 2010 já começou com grandes expectativas e crescimento.

A Mercomóveis é promovida pela Associação dos Madeireiros e Moveleiros do Oeste de Santa Catarina (Amoesc) e pelo Sindicato das Indústrias Madeireiras, Moveleiras e Similares (Simovale), com apoio da Abimóvel, Apex Brasil, Brazilian Furniture, Funturismo, Prefeitura de Chapecó e Sebrae/SC, além de patrocínio da Caixa Econômica Federal, Móbile, Fiesc/CIN, Arauco, Rochesa e Norton.

A comissão central organizadora da Mercomóveis 2010 – feira de móveis programada para o mês de agosto em Chapecó – reunirá os expositores no próximo dia 10 de junho, das 14 às 18 horas, na sede das entidades promotoras Amoesc/ Simovale, em Chapecó. Será um encontro de integração e orientação, antecipa o presidente da CCO, empresário Adir Kist.

Os temas em pauta relacionam-se ao posicionamento do expositor na Mercomóveis, apresentação das facilidades que a feira oferece ao expositor, oportunidade de valorização da marca, preleção sobre os diferenciais da feira e benefícios aos visitantes e entrega de kits de marketing. “Esse encontro será um momento especial para ouvirmos os expositores antes da feira. Assim poderemos antecipar e discutir detalhes técnicos, operacionais e mercadológicos e, o que é mais importante, ouvirmos sugestões para o aperfeiçoamento da exposição-feira”, expõe Adir Kist.

Mais de 80% dos espaços da Mercomóveis 2010 foram adquiridos por Indústrias de grande, médio e pequeno porte. A maioria comprou espaço superior ao que ocupou na última edição (2008), o que revela otimismo em relação aos negócios que deverão ser agendados.

Fonte: Indaíra Laureano com informações MB Comunicação